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TRABALHO 2º BIMESTRE – 9º ANO
jun 2nd, 2019 by Sardinha

TRABALHOS PARA O 2º BIMESTRE – 9º ANO/2019       

PRAZOS:         ATÉ 12/06  ( Quarta-feira )– SLIDES – 00:00h

                         ATÉ 17/06  ( terça-feira    )– PRÁTICO (  em mãos )

A – PESQUISA ( em grupo )

  • DESENVOLVER O TRABALHO EM POWERPOINT
  • PESQUISAR A VIDA E A OBRA DOS ARTISTAS:

Slide 2.ANITA MAFALTI

Slide 3.LASAR SEGALL

Slide 4.REGO MONTEIRO

Slide 5.DI CAVALCANTI

Slide 6.OSWALDO GOELDI

Slide 7.ZINA AIDA

Slide 8.JOHN GLAZ

Slide 9.REGINA GRAZ

Slide 10.TARCILA DO AMARAL

  • SLIDE 1 = CAPA

. NOME DA ESCOLA, NOME DO ALUNO, Nº, DATA, TURMA  E TEMA: MODERNISMO BRASILEIRO

  • OS OUTROS SLIDES ( 2 ATÉ 10 )

. NOME COMPLETO DO ARTISTA:

. BIOGRAFIA:

.CARACTERÍSTICA DA OBRA:

.IMAGENS DE OBRAS:

OBS: seguir a ordem acima dos artistas para cada slide

  • SLIDE 11 – CONCLUSÃO

1.CONTEXTO HISTÓRICO MODERNISMO

2.CONCEITO E PROPOSTA DO MODERNISMO

3.OPINIÃO DO GRUPO SOBRE O MODERNISMO

OBS: seguir a ordem acima para conclusão

 

    B – TRABALHO PRÁTICO ( EM GRUPO )

 

.DESENVOLVER UM TEATRO ABORDANDO A ORIGEM DO MODERNISMO BRASILEIRO, A SEMANA DE ARTE EM 1922 E O LEGADO DO MODERNISMO. CONDIÇÕES PARA REALIZAÇÃO DO TRABALHO:

1- O TRABALHO DEVERÁ SER APRESENTADO EM FORMA DE UM FILME, QUE DEVERÁ SER FILMADO E EDITADO PELO GRUPO;

2- O ARQUIVO DEVERÁ ESTAR NO FORMATO mp4;

3- OS PERSONAGENS DEVERÃO ESTAR VESTIDOS COM TRAJES DA ÉPOCA, ASSIM COMO TODO O CENÁRIO ENVOLVIDO NA TRAMA;

4-A ENTREGA DO TRABALHO DEVERÁ SER  POR MEIO DE PENDRIVE. O GRUPO DEVERÁ GARANTIR A SEGURANÇA DO DISPOSITIVO, CHECANDO CONTAMINAÇÃO POR VIRUS ANTES DE ENTREGAR O TRABALHO. O GRUPO DEVERÁ CONFIRMAR SE O ARQUIVO ESTÁ RODANDO EM AMBIENTE WINDOWS;

5- O VÍDEO DEVERÁ TER TEMPO MÍNIMO DE 2 MINUTOS E MÁXIMO DE 5 MINUTOS;  

TEMAS PARA O TRABALHO DO SEGUNDO BIMESTRE – 2º ANO E.M.
maio 29th, 2019 by Sardinha

TEMAS ATUAIS PARA O TRABALHO DO SEGUNDO BIMESTRE – 2º ANO E.M.

 

  • Onda conservadora no Brasil e no mundo

Desde 2016 o Brasil vive o momento de maior instabilidade política e econômica da sua história recente. Tudo começou com o impeachment da presidente Dilma Rousseff. De lá para cá, a mídia transmite os desdobramentos da Operação Lava-Jato, que nos apresenta a ponto do iceberg de um esquema de corrupção, com pagamento de propinas bilionárias envolvendo grandes empresas e vários partidos políticos. A reação dos eleitores, em parte, apresentou-se na polarização da eleição de 2018. Instaurado o medo e desespero, a falta de norte que assolou o povo brasileiro fez com que o país elegesse Jair Bolsonaro como presidente. Esse fato corroborou com o fortalecimento de uma direita conservadora no Brasil. Essa nova onda de conservadorismo vem acontecendo em vários países do mundo. Para saber um pouco mais sobre o tema fica a sugestão de leitura: https://www.pragmatismopolitico.com.br/2018/12/onda-conservadora-paises-mundo.html

 

  • Retrocesso em direitos coletivos

Além da onda conservadora, precisamos estar de olhos bem abertos neste tópico: direitos coletivos. A mudança política impulsiona retrocessos em termos de direitos dos cidadãos. A Organização das Nações Unidas (ONU) elenca como retrocesso, por exemplo, a proposta de redução da maioridade penal. O Brasil é o quarto país com maior população carcerária do mundo, e como sabemos, diminuir a maioridade penal ou aumentar o número de celas está longe de ser medidas que realmente solucionem a questão. Também está em pauta a Reforma da Previdência Social, cujas propostas vão dificultar a aposentadoria da população e propor benefícios de valores mais baixos. O objetivo seria diminuir a crise econômica brasileira, mas é preciso lembrar que a aposentadoria garante vida digna para os inativos – e impulsiona o consumo para essas classes. O colunista do portal Gazeta do Povo, Pedro Fernando Nery, levanta alguns pontos relevantes para refletirmos sobre a reforma da previdência, confira: https://www.gazetadopovo.com.br/colunistas/pedro-fernando-nery/3-motivos-para-ser-contra-a-reforma-da-previdencia/

 

  • Estatuto do desarmamento

Com o país mergulhado em medo e insegurança, um assunto voltou a ser discutidos: O Estatuto do Desarmamento. O estatuto é uma lei sancionada pelo ex-presidente Lula em 2003 que trata sobre o registro, a posse e a comercialização de armas de fogo e munição. Há muitos interesses envolvidos nesse tema, pois ele toca no calo uma indústria que movimenta milhões. Até o momento, o Estatuto do Desarmamento tem surtido bons resultados, de acordo com o Mapa da Violência de 2015, mais de 160 mil vidas foram salvas desde que a lei entrou em vigor. Nos últimos 12 anos, mais de 130 mil armas saíram de circulação no país. A matéria a seguir apresenta uma perspectiva de como o atual governo impulsiona a revogação do estatuto do desarmamento: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-46026336

 

  • Escola sem partido

Também chamado por muitos de “Lei da Mordaça”, o movimento Escola sem Partido se opõe a um modelo de educação supostamente concebido por uma “doutrinação ideológica”. Criado em 2004, o movimento começou a causar polêmica em 2015, especialmente por causa do projeto de lei 867, que tramita no Congresso. Esse Projeto tem como objetivo impedir professores de tratar sobre assuntos “em conflito com as convicções religiosas ou morais dos pais ou responsáveis” – a lista inclui identidade de gênero, orientação sexual e participação em manifestações. Para saber um pouco mais: http://ubes.org.br/2018/8-motivos-para-lutar-contra-a-lei-da-mordaca-nas-escolas/

 

  • Racismo

Que o Brasil tem uma dívida histórica com o povo negro, é nítido. Porém, por mais estranho que possa parecer, há quem diga que não há racismo em nosso país. Em contrapartida, a cada ano, multiplicam-se as denúncias de racismo aqui e mundo afora. Os motivos de denúncia são diversos, desde injúrias, desrespeito, agressão verbal agressão física. É muito importante que o povo negro não se silencie e continue a colocar a boca no trombone reivindicando suas causas. Também vale lembrar que não precisa ser negro para ser contra o racismo. Independentemente da cor da sua pele, seja você também atuante contra o racismo! Saiba mais: http://www.brasil.gov.br/consciencianegra/noticias/racismo-vai-alem-da-cor-da-pele-no-brasil

 

  • Privacidade na internet e uso de dados de usuários

Você já reparou que costuma deixar seus dados pessoais em uma infinidade de lugares? Seja um cadastro rápido em uma loja, para criar um e-mail, entrar em uma rede social ou participar de testes online. Muitas vezes, acabamos clicando, sem pensar duas vezes, no botão que indica que autorizamos o uso de informações pessoais – as famosas Políticas de Privacidade que raramente alguém lê. Mas quem detém esses dados e o que é feito com eles é um debate cada vez mais presente. Vale lembrar que o Enem 2018 já trouxe esse assunto como tema de redação, que tal ler um pouco mais sobre o assunto? É só clicar: https://www.techtudo.com.br/noticias/2018/08/lei-de-protecao-de-dados-na-internet-e-aprovada-no-brasil-entenda.ghtml.

 

  • Aborto

O tema aborto sempre é um dos que mais causam divergências. Em 2018 a descriminalização do aborto foi discutida em diversos países considerados conservadores, em 2019 o tema volta à tona em nosso país. Estamos aguardando para saber qual será a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre uma ação para descriminalizar a interrupção da gravidez até a 12ª semana. Uma pesquisa apresentada ao STF aponta que uma em cada cinco (20%) mulheres brasileiras de até 40 anos já fizeram um aborto. Ou seja, um dos pontos que devemos refletir é que o ato de abortar sempre existiu e sempre vai existir, é efetivamente um problema de saúde pública. Atualmente, o aborto é crime no Brasil, com pena de até três anos para a gestante que interromper a gravidez. Hoje, só é permitido fazer um aborto em caso de estupro, risco de vida para a mãe ou feto com anencefalia. Entenda mais sobre a descriminalização do aborto: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-45052975

 

 

TRABALHO SEGUNDO BIMESTRE – 2º ANO E.M.
maio 29th, 2019 by Sardinha

TRABALHOS PARA O 2º BIMESTRE   – ROTEIRO – 2º ANO E.M.

 

PRAZO: ATÉ 09/06  ( Domingo )– SLIDES – 00:00h

                       ATÉ 14/06 ( Sexta )– PRÁTICO (  em mãos )

A – PESQUISA ( em grupo )

  • DESENVOLVER O TRABALHO EM POWERPOINT
  • PESQUISAR A VIDA E A OBRA DOS ARTISTAS:

Slide 2.ANDY Warhol

Slide 3.RICHARD HAMILTON

Slide 4.ROY LICHTENTEIN

Slide 5.JASPER JOHNS

Slide 6.PETER BLAKE

Slide 7.CLAES OLDENBURG

Slide 8.NELSON LEIRNER

Slide 9.RUBENS GERCHMAN

Slide 10.ROMERO BRITTO

  • SLIDE 1 = CAPA

. NOME DA ESCOLA, NOME DO ALUNO, Nº, DATA, TURMA  E TEMA: POP ART

  • OS OUTROS SLIDES ( 2 ATÉ 10 )

. NOME COMPLETO DO ARTISTA:

. BIOGRAFIA:

.CARACTERÍSTICA DA OBRA:

.IMAGENS DE OBRAS:

OBS: seguir a ordem dos artistas acima mencionado para cada slide

  • SLIDE 11 – CONCLUSÃO

1.A IDÉIA DA POP:

2.COMPARAÇÃO DOS ARTISTAS:

3.SUA OPINIÃO:

OBS: seguir a ordem acima para conclusão

    B – TRABALHO PRÁTICO ( INDIVIDUAL )

 .DESENVOLVER UMA PINTURA TRABALHANDO O TEMA SUGERIDO, IDENTIFICANDO-SE COM UM MOVIMENTO OU ARTISTA SUGERIDO. A PINTURA DEVERÁ SER BASEADA NO CONCEITO DO MOVIMENTO OU ARTISTA SORTEADOS, DESENVOLVENDO PRINCIPALMENTE A TÉCNICA DO REFERIDO MOVIMENTO OU ARTISTA. O TRABALHO TERÁ COMO BASE UMA CARTOLINA BRANCA ( VERTICAL X HORIZONTAL ) E PARA ACABAMENTO DEVERÁ UTILIZAR TINTA GUACHE, COLAGEM, ESTAMPAS, JORNAL, REVISTA FOTOGRAFIA ETC., SE FOR O CASO. A CARTOLINA DEVERÁ APRESENTAR MOLDURA MEDINDO 2 CM NA COR PRETA.

 

Obs.: NO VERSO DO TRABALHO DEVERÁ CONSTAR IDENTIFICAÇÃO ( NOME, Nº E TURMA) E NOME DA OBRA ACRESCIDO DE UM RELATO EXPLICATIVO SOBRE A OBRA, DEFININDO A MESMA.

A POP ART – II – VIDEO
maio 29th, 2019 by Sardinha

A POP ART – I – VIDEO
maio 29th, 2019 by Sardinha

A POP-ART
maio 29th, 2019 by Sardinha

CONCEITO POP-ART

 

Pop Art  é uma escola que utiliza em suas representações pictóricas imagens e símbolos de natureza popular. Originado particularmente nos Estados Unidos e na Inglaterra, este movimento foi assim batizado em 1954, quando o crítico inglês Lawrence Alloway assim o denominou, ao se referir a tudo que era produzido pela cultura em massa no hemisfério ocidental, especialmente aos produtos procedentes da América do Norte.

Alguns criadores, inspirados no movimento dadaísta liderado por Marcel Duchamp, decidiram, em fins dos anos 50, se apropriar de imagens inerentes ao universo da propaganda norte-americana e convertê-las em matéria-prima de suas obras. Estes ícones abundantes no dia-a-dia do século XX detinham um alto poder imagético.

A Pop-art representava um retorno da arte figurativa, contrapondo-se ao Expressionismo alemão que até então dominava a cena artística. Agora era a vez da cultura em massa, do culto às imagens televisivas, às fotos, às histórias em quadrinhos, às cenas impressas nas telas dos cinemas, à produção publicitária.

Na década de 20, os filósofos Horkheimer e Adorno já discorriam sobre a expressão indústria cultural, para expressar a mercantilização de toda criação humana, inclusive a de cunho cultural. Nos anos 60 tudo é produzido massivamente, e cria-se uma aurea especial em torno do que é considerado popular. Desta esfera transplantam-se a simbologia e os signos típicos da massa, para que assim rompam-se todas as possíveis barreiras entre a arte e o povo.        Há um certo fascínio em torno do modo de vida da população dos EUA.

Os artistas recorrem à ironia para elaborar uma crítica ao excesso de consumismo que permeia o comportamento social, estetizando os produtos massificados, tais como os provenientes da esfera publicitária, do cinema, dos quadrinhos, e de outras áreas afins. Eles se valem de ferramentas como a tinta acrílica, poliéster, látex, colorações fortes e calorosas, imitando artefatos da rotina popular.

Estes objetos que integram o dia-a-dia da massa são multiplicados em porte bem maior, o que converte sua concretude real em uma dimensão hiper-real. Enquanto, porém, a Pop-art parece censurar o consumismo, ela igualmente não prescinde dos itens que integram o circuito do consumo capitalista. Exemplo disso são as famosas Sopas Campbell e as garrafas de Coca-Cola criadas pelo ‘papa’ deste movimento, o artista Andy Warhol.

Este ícone da Pop-art inspirou-se nos mitos modernos, como o representado pela atriz Marilyn Monroe, símbolo do cinema hollywoodiano e do glamour contemporâneo, para produzir suas obras. Ele procurava transmitir sua certeza de que os ídolos cultuados pela sociedade no século XX são imagens despersonalizadas e sem consistência. Para isso o artista utilizava técnicas de reprodução que simulavam o trabalho mecanizado.

Nesta salada imagética que constitui a pop-art, o que antes era considerado de mau gosto se transforma em modismo, o que era visto como algo reles passa a ter a conotação de um objeto sofisticado. Isto porque estes artefatos ganham um novo significado diante do contexto em que são produzidos, e assumem, assim, uma valorização distinta.

PERÍODO COLONIAL BRASILEIRO
maio 29th, 2019 by Sardinha

PERÍODO COLONIAL BRASILEIRO

 

Arte centrada no convento e moldada ao convento, no período colonial a Igreja é o centro da vida social. Na vida civil, além de faltar ambiente para o desenvolvimento da arte, havia leis que proibiam o requinte nas construções.

Refletindo o Barroco português, a decoração com colunatas, volutas e relevos nas fachadas variam das mais ricas às mais simples. As torres são modificações introduzidas para combinar o tradicional com as inovações barrocas da Itália.

Principais monumentos da arte colonial: No Norte:

  • Pará : Belém e Vigia.
  • Maranhão: São Luís e Alcântara.
  • Piauí:
  • Ceará:

Em Belém destacam-se as igrejas de São Francisco Xavier, das  Mercês e a catedral,  onde se encontra um rico acervo do Barroco e Rococó. Em São Luís e Alcântara, são notáveis as construções civis, em que se destacam os sobrados azulejados, além das igrejas.

No litoral nordeste, grande  influência  da arte portuguesa do século XVI:

  1. Pernambuco: Nossa Senhora da Graça, feita pelos jesuítas; Nossa Senhora das Neves, em Olinda, pelos franciscanos; abadia de São Bento, em
  2. Espírito Santo: convento da Penha, dos franciscanos, em Vitória.
  3. Bahia:
  • século XVI: colégio dos Jesuítas, hoje catedral da Bahia, por Francisco Dias, arquiteto jesuíta; igreja de São Francisco, em  Salvador;  abadia de São Sebastião, em Salvador, a  mais antiga  da América.
  • século XVII: convento de São Bento, convento das Carmelitas, Conceição da Praia, Senhor do Bonfim.

No litoral centro-sul, as mais importantes obras são do século XVII:

  1. Rio de Janeiro: mosteiro de São Bento, convento de Santo Antônio – a obra-prima do Barroco no Brasil; igreja de S. do Parto; Senhor dos Passos; São Francisco da Penitência; N.S. da Glória do Outeiro.
  2. São Paulo: igreja do Embu; abadia Nossa Senhora da Assunção; convento S. do Desterro, em Santos.

No interior:

Enquanto no litoral as obras se conservaram mais ou menos fiéis à sua origem, com poucas modificações, no interior, a distância, a dificulda­de de comunicação e transporte e o amadurecimento da arte e dos artistas brasileiros levam a modificações sensíveis na arquitetura .

Minas Gerais é o mais importante centro do Barroco brasileiro, destacando-se os artistas Ma­nuel Francisco Lisboa, pai do Aleijadinho, Francisco Pombal, irmãos Arouca, Xavier de Brito, José Coelho Noronha, João Gomes Batista.

Antônio Francisco  Lisboa ,  o  Aleijadinho, é o maior artista do período colonial brasileiro. Inova o espaço, a talha , a escultura, revolucionando o Barroco, passando-o para o Rococó. São Francisco de Assis, em Ouro Preto, N.S. do Carmo, em Sabará, São Francisco, em São João Del Rei, são monumentos da arquitetura do século XVIII.

As obras do Aleijadinho estão principalmente em Ouro Preto e Congonhas do Campo , notando-se principalmente os seus trabalhos em escultura, os Profetas, feitos em pedra-sabão, que ornamentam a fachada e o adro da igreja de Congonhas .

Urbanismo

 

As cidades no período colonial não apresentavam nenhum planejamento urbano: sem higiene, sem escoamento de águas, ruas estreitas  e  sinuosas, casas ligadas umas às outras,  ausência  de jardins e plantas.

No final do século XVII,  no  Rio  de Janeiro, o vice-rei D. Luís de Vasconcelos se preocupa em remodelar a cidade. Surge então o nome do mulato brasileiro, que estudara em Portugal, Valentim da Fonseca e Silva, que executa obras de paisagismo, arquitetura e  esculturas,  principalmente  as do Passeio Público, lagos, estátuas, grades de ferro.

PERÍODO MODERNO BRASILEIRO
maio 27th, 2019 by Sardinha

PERÍODO MODERNO BRASILEIRO
maio 27th, 2019 by Sardinha

Período Moderno Brasileiro

      O Século XX chega com acontecimentos sociais e econômicos que trazem novo alento à humanidade. Santos Dumont e sua invenção, a urbanização do Rio de Janeiro, construção de estradas, iluminação elétrica, prestígio crescente da indústria, trazem para o povo um forte sentimento de nacionalidade. Um grupo de jovens artistas chefiados por Oswald Andrade, recém-chegado da Europa, lança a semente de um movimento, criticando o atraso do Brasil em relação aos movimentos internacionais, o academicismo e o arcaísmo de nossas artes.

Nas artes, os precursores do movimento modernista são Lasar Segall e Anita Malfatti.

Em 1922, no Teatro Municipal de São Paulo, de 13 a 17 de fevereiro, realiza-se a “Semana de Arte Moderna”, com exposições e debates, protestos e reações do público.

Entre os participantes e iniciadores do movimento modernista merecem ser citados:

  1. na pintura: Rego Monteiro, Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Lasar Segall, Osvaldo Goeldi, Zita Aita, John Graz, Regina Graz e Ferrignac.
  2. na escultura: Victor Brecheret, Hildegardo Leão Veloso, Haaberg.
  3. na música: Heitor Villa-Lobos, Guiomar Novaes, Otávio Pinto, Paulina Ambrósio, Ernani Braga, Alfredo Gomes.

De 1923 a 1928, assistimos à nacionalização da arte. Tarsila do Amaral terá uma participação efetiva no movimento modernista brasileiro. Gomide passa a integrar o grupo da Semana de Arte Moderna. Di Cavalcanti pinta o tipo característico brasileiro, as Mulatas, num expressionismo vigoroso.

De 1930 a 1950, a arte moderna está em todo o Brasil, voltada para a temática social. Cândido Portinari é a principal figura do período. Suas obras destacam a seca nordestina, com figuras esquálidas retratando miséria.

Podemos citar, entre outros, em nossas artes:

  1. Escultores: Brecheret, Hildegardo, Alfredo Ceschiatti, Bruno Giorgi, Maria Martins, Lúcia Fleury e muitos outros.

2. Pintores: Ismael Neri, Cícero Dias, Antônio Gomide, Goeldi, Flávio de Carvalho, Djanira, Antônio Bandeira e outros.

3. Arquitetos: Lúcio Costa lidera um grupo de jovens artistas e constrói uma casa cubista em São Paulo; Oscar Niemeyer se torna famoso com a construção de Brasília; Ernani Vasconcelos,  Carlos Leão, Sérgio Bernardes e outros.

4. Gravura: Lívio Abramo, Marcelo Grasman, Ana Letícia, Yara Tupinambá e outros.

Em atraso com os movimentos da arte internacional, somente com o movimento modernista é que a arte brasileira entrou em sincronia com o mundo.

Para essa sincronia, vários movimentos contribuíram: fundação dos museus de arte moderna em São Paulo e Rio de Janeiro, exposição de vanguarda e o maior acontecimento – a fundação das Bienais, com a 1ª exposição em 1951.

Na década de 60, o Brasil acerta os seus ponteiros e marcha, ombreando-se com a vanguarda internacional. O artista brasileiro, dentro de uma linguagem universal, procura algo novo, baseado no seu ambiente, recebendo críticas e referências fora do Brasil.

 

PÓS-MODERNISMO
maio 23rd, 2019 by Sardinha

O Pós-Modernismo

O Pós-Modernismo, que também pode ser chamado de pós-industrial, predomina mundialmente desde o fim do Modernismo. É caracterizado pelas recentes inovações tecnológicas, pela subversão dos meios de comunicação e da informática, com a crescente influência do universo virtual, e pelo desmedido apelo consumista que seduz o homem pós-moderno. Essas características de natureza social, cultural e estética, marcam o capitalismo da era contemporânea. Desta forma, o Pós-Modernismo representa todas as profundas modificações que se desenrolam nas esferas científica, artística e social, dos anos 50 até os dias atuais. Já não é preciso inovar, nem ser original e a repetição de formas passadas, passa a ser aceita.

O Pós-Modernismo é um processo ainda em desenvolvimento no contexto histórico em que vivemos. No entanto, é difícil analisar este movimento, já que está em construção.

Alguns pesquisadores, como o francês Jean-François Lyotard, consideram que a Ciência perdeu muito de seu crédito como geradora da verdade absoluta, portanto este processo contemporâneo é qualificado como a negação de todas as justificativas imperativas. Nada mais é certo, tudo é relativo e impreciso.

O Homem pós-moderno habita em um universo de imagens, repleto de símbolos privilegiados em detrimento dos objetos; a simulação substitui a realidade, e elege-se o hiper-realismo, que pretende transpor para o universo das imagens, uma realidade objetiva como expressão máxima da contemporaneidade e das incertezas humanas.

O hiper-realismo porém, entra em choque com a existência cotidiana concreta, o que provoca no Homem uma perturbação, pois em um determinado momento é difícil estabelecer as fronteiras entre real e ficção.

Tudo é fluido na pós-modernidade, uma vez que nada mais é realmente concreto na era atual. Tempo e espaço são reduzidos a fragmentos. A individualidade predomina sobre o coletivo e o ser humano é guiado pela ética do prazer imediato como objetivo prioritário.     A humanidade é induzida a levar sua liberdade ao extremo,  colocada diante de uma opção infinita de possibilidades, desde que sua escolha recaia sempre no consumismo.

Pode se dizer, que a Pop Art foi a primeira expressão artística do pós-moderno. Surgiu na Inglaterra, mas ganhou força nos Estados Unidos. Ironiza os ícones do consumismo que a sociedade idolatra, e ao mesmo tempo, luta contra o subjetivismo moderno. Ela surge com a explosão das comunicações de massa, apresenta uma linguagem assimilável pelo público, e utiliza um hiper-realismo ao copiar a vida diretamente em objetos do cotidiano. Finalmente, a Pop Art esgota os códigos estéticos do modernismo, pondo fim à beleza como valor supremo da arte.

A arte Conceitual na década de 70 dá um passo a mais em direção ao vazio pós-moderno. Ela desmaterializa a arte ao dar um sumiço em seu objeto. Pinturas e esculturas passam a ser supérfluas, pois somente existe interesse pela ideia, a criação mental do artista, registrada num esboço, esquema ou frase.

Na Pós-modernidade, os artistas têm maiores possibilidades de se comunicar, mas a quantidade incalculável de tendências e linguagens torna impossível alguma unidade formal.

Resta saber por quais caminhos se desdobrará o Pós-Modernismo, se ele também sofrerá uma ruptura inevitável, ou se será enfim, substituído por outro movimento sócio-cultural.

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