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TRABALHO PARA 23/10/18
out 16th, 2018 by Sardinha

PARA 23/10 – Trabalho em grupo de até 4 alunos

  • Pesquisar a arte Maia, Inca e Asteca – Arquitetura, Pintura e Escultura
  • Confeccionar o trabalho em PowerPoint, seguindo as seguintes orientações:
  1. Slide 1 – Capa – Nome da escola, título do trabalho, data, nome do aluno e número do aluno, turma
  2. Slide 2 – Arquitetura – Características da arquitetura (texto) e imagem de uma arquitetura. Indicar arquitetura Maia;
  3. Slide 3 – Arquitetura – Características da arquitetura (texto) e imagem de uma arquitetura. Indicar arquitetura Inca;
  4. Slide 4 – Arquitetura – Características da arquitetura (texto) e imagem de uma arquitetura. Indicar arquitetura Asteca;
  5. Slide 5 – Pintura – Características da pintura (texto) e imagem de uma pintura. Indicar pintura Maia;
  6. Slide 6 – Pintura – Características da pintura (texto) e imagem de uma pintura. Indicar pintura Inca;
  7. Slide 7 – Pintura – Características da pintura (texto) e imagem de uma pintura. Indicar pintura Asteca;
  8. Slide 8 – Escultura – Características da escultura (texto) e imagem de uma escultura. Indicar escultura Maia;
  9. Slide 9 – Escultura – Características da escultura (texto) e imagem de uma escultura. Indicar escultura Inca;
  10. Slide 10 – Escultura – Características da escultura (texto) e imagem de uma escultura. Indicar escultura Asteca;
  11. Trabalho em grupo de até 4 alunos
  12. Entrega 23/10/18 até 00:00h
  13. Enviar para o e-mail: berg.sardinha@bol.com.br
Contato com os Maias, Incas e Astecas
out 16th, 2018 by Sardinha

O contato entre brancos e índios na América

Logo de início, os índios receberam cor­dialmente os europeus em geral.

Entretanto, a cobiça dos brancos por ouro, prata e artigos exóticos logo mudaria essa relação pacífica, promovendo um violen­to etnocídio das populações nativas. Além da destruição física propriamente dita, os nativos americanos tiveram sua cultura, seus usos e seus costumes destruídos pelos europeus, que, em nome da “civilização” e da “religião”, lhes impuseram novos idiomas e uma nova fé.


O contato com os astecas

Uma antiga profecia asteca afirmava que um dia o deus Quetzalcoatl, a serpente emplumada, que era retratado como um homem de pele clara e de barba, viria, em pessoa, pelo mar.

Quando os espanhóis chegaram saindo das águas, com vestimentas brilhantes (armaduras), de pele e olhos claros e barbudos, os astecas creditaram que a profecia estava se concretizando.

Para agradar a esse deus, o imperador Montezuma II o recebeu com presentes e festas, mas o espanhol Fernão Cortez, impressionado com a grandiosidade dos templos e com a cidade, tratou logo de conquistar aquela região cujo povo conhecia e dominava a arte da fundição aurífera.

O povo já ouvira falar que aqueles “deuses” possuíam “raios que matavam” (arcabuzes) e ficaram aterrorizados com a visão daqueles homens brilhantes montados em “monstros que soltavam fumaça pelo nariz” (cavalos, animais desconhecidos até então).

Numa demonstração de força e ousadia, Cortez exigiu vinte bravos guerreiros astecas. Ao ter o pedido atendido, Cortez decepou as mãos daqueles valentes guerreiros na frente do imperador Montezuma.

Em seguida, os espanhóis iniciaram a destruição da cidade e Montezuma, um so­berano prisioneiro, pregara uma política de conciliação com os invasores. O povo asteca reagiu à invasão como pôde e, num desses confrontos, Montezuma foi morto.

Seu sucessor, Cuauhtémoc, enfrentou os espanhóis, que haviam conseguido apoio de tribos rivais, e foi derrotado em 13 de agosto de 1521. Ao se tornar prisioneiro dos espa­nhóis, foi barbaramente torturado durante três anos, até que Cortez resolveu enforcá-lo.

Com apenas 11 navios, 500 soldados, 16 cavalos e 10 canhões, Fernão Cortez conquistou o Império Asteca, que, na época, possuía cerca de 15 milhões de habitantes.

Para realizar tal proeza, os espanhóis con­taram com cavalos e canhões, que os nativos não conheciam, com as disputas internas e as revoltas de outros povos dominados pelos aste­cas, mas que não aceitavam essa subordinação.


O contato com os maias

Após a conquista do México, Fernão Cor­tez enviou Pedro Alvarado para a região de Yucatán, em 1523.

Os maias que os espanhóis encontraram nem de longe lembravam a civilização cujas ruínas encantaram e encantam estudiosos e turistas.

Aterrorizados pelas armas de fogo e pelo cavalo, os descendentes maias sucumbiram ao poder espanhol. Além da belicosidade es­panhola, os nativos foram derrubados por epidemias desconhecidas por eles, como a va­ríola.

Mesmo conquistados e aviltados, os des­cendentes maias preservaram variações da língua maia, especialmente na península de Yucatán e na Guatemala. Ninguém sabe por que os maias abandonaram suas cidades e ninguém consegue explicar também como eles conseguiram resistir até hoje, mantendo tradições milenares.


O contato com os incas

Em 1531, Francisco Pizarro partiu para o Peru para anexar o Império Incaico à Espa­nha. Contava com cerca de 180 homens, 37 cavalos e algumas armas de fogo.

O chefe supremo inca – Sapa-Inca – de­tinha os poderes militar, religioso e político, mas a sua sucessão não era muito bem esta­belecida e a disputa pelo poder desencade­ava lutas sangrentas entre os candidatos ao título.

À época da chegada dos espanhóis, o Império Inca estava sendo disputado entre os irmãos Atahualpa e Huáscar. Atahualpa tornou-se o Sapa-Inca após derrotar o ir­mão.

Quando Pizarro chegou aos altiplanos an­dinos, encontrou-se com Atahualpa na cidade de Cajamarca e lá o inca foi feito prisioneiro dos espanhóis.

Pizarro exigiu um fabuloso resgate pela vida do imperador, assim como Cortez havia feito com a prisão de Montezuma, no México, em que ele recebeu 800 kg de ouro asteca.

Os homens de Pizarro exigiram como res­gate uma sala de ouro e prata. A sala possuía 6,70 m de comprimento, 5,20 m de largura e 2,70 m de altura. No total, os espanhóis rece­beram mais de 5 toneladas de ouro! Mesmo assim, a vida de Atahualpa não foi poupada.

A prisão e morte do imperador inca der­rubou qualquer resistência aos espanhóis, de imediato. Os nativos abandonaram as cidades e os povoados e iniciaram a reação ao domí­nio espanhol.

O último imperador andino foi Tupac Amaru, que efetivou a última grande revol­ta contra o domínio espanhol. Executado em 1572, seu nome tornou-se símbolo da luta pela liberdade. No século XVIII, seu descen­dente João Gabriel Tupac Amaru liderou uma rebelião indígena contra os espanhóis. Após violentos enfrentamentos, Tupac Amaru foi preso, torturado e morto em Cuzco, em 1781. O nome Tupac Amaru foi proibido em público e o uso de ornamentos da nobreza inca tam­bém foi proibido.

A conquista da América Andina contou com a violência bélica (cavalo, espadas e canhões), com a violência cultural (imposi­ção dos valores europeus sobre os nativos) e ainda com o imaginário popular (os incas, ao verem os espanhóis brancos, barbudos e de armaduras, acreditaram que era o deus Viracocha, o filho do Sol). Além disso, os es­panhóis conseguiram a adesão da classe do­minante. O povo agora trabalharia não para o rei, mas para a Espanha.

TRABALHO 9º ANO – 4º BIMESTRE
out 15th, 2018 by Sardinha

TRABALHO 1: ROTEIRO – Valor 20 pontos

1- Leitura do texto História da Televisão;

2- Assistir aos vídeos sobre a história da Televisão:

  1. a) História da Televisão mundial
  2. b) História da Televisão Brasileira: Anos 60 parte I e II, Anos 70, 80, 90 e 2000

3- Em grupo de até 5 alunos:

1- Após assistir aos vídeos e executar a leitura do texto, confeccionar uma aula expositiva, com uma apresentação sobre o tema: A televisão como meio de comunicação;

2- Abordar os aspectos: técnicos, sociais, econômico, político e artístico.

3- A apresentação deverá ter o tempo limitado em mínimo 5 minutos e máximo 10 minutos.

4- Todos os participantes do grupo deverão participar da apresentação, sendo que não será permitido apenas um interlocutor;

5- A apresentação deverá seguir a ordem cronológica, iniciando nos primórdios da invenção da televisão até os dias atuais.

6- Data da apresentação: 29/10

 

TRABALHO 2: ROTEIRO – Valor 30 pontos

1- O MESMO GRUPO QUE ATUAR NO TRABALHO 1, ATUARÁ NO TRABALHO 2;

2- Criar uma apresentação de uma programação televisiva, onde o grupo deverá explorar um documentário abordando como tema a Arte Contemporânea e subtema: Arte Conceitual, Instalação, Performance, Interferência e Happening.

3- O documentário deverá ser produzido pelo grupo e filmado, utilizando celular, filmadora e etc;

4- A produção deverá ser executada na configuração de vídeo MP4. Caso o grupo adote outra configuração de vídeo, favor certificar-se se é compatível com Windows;

5- Escolher no grupo duas pessoas para ser âncoras do documentário, ou seja, serão os apresentadores. Os demais participantes do grupo deverão colaborar com a filmagem, cenário, espaço cinematográfico, etc…

6-O vídeo deverá ser confeccionado em tempo mínimo de 5 minutos e máximo de 10 minutos, sendo este limite, critério chave para pontuação do trabalho.

7- Deverá conter trilha sonora, nome do documentário, créditos no final do trabalho;

8- Enviar o vídeo para o e-mail: berg.sardinha@bol.com.br

9- Utilizar editor de vídeo para editar o trabalho;

10- Testar o vídeo produzido antes de enviar para o professor;

11- Tirar dúvidas sobre o trabalho: berg.sardinha@bol.com.br

11- Data de entrega: 05/11/18 – até 00:00h

Arte Pré-Colombiana – Arte Maia, Inca e Asteca
out 15th, 2018 by Sardinha

Arte Pré-colombiana

Arte Pré-colombiana foi o período anterior a chegada de Colombo ao Novo Mundo, se desenvolveu na América antes da vinda dos conquistadores espanhóis. Trata-se de manifestações culturais de civilizações que se localizaram no México, na América Central e no norte da América do Sul, principalmente no Peru. Quando os espanhóis chegaram a América encontraram civilizações bem organizadas que possuíam preciosos tesouros.

A arte tinha importância vital para a sociedade tribal. Atribuíam-se poderes mágicos a objetos como máscaras e cachimbos, achando assim que acalmariam a natureza, ajudando na sobrevivência da tribo.

Muito de sua arte era inspirada por visões.  O xamã sacerdotes e curandeiro,  reproduzia objetos que os deuses lhe revelavam enquanto estava em transe. Esses objetos tinham uma simbologia para cada ritual, como cerimônias de iniciação, enterros e festivais. Os povos tribais caprichavam muito em seus trabalhos,   pois tinham o costume de dar presentes, e quanto mais belo e precioso maior era o prestígio de quem o dava.

A Arte pré-colombiana se estende das montanhas do Peru às planícies do meio – oeste dos Estados Unidos e a Alasca. Os aspectos mais sobressalentes do desenvolvimento artístico pré-colombina se encontram na arquitetura, na escultura , nas pinturas murais e as artes decorativas como a cerâmica e os tecidos.

Dos povos pré-colombianos, três desenvolveram importantes civilizações:

  Na América Central:

  • MAIAS:

  Os Maias habitaram nas florestas tropicais, atualmente localizadas nas regiões da Guatemala, Honduras e Península de Yucatán  (México). A sociedade maia tinha uma organização bastante diferente dos demais impérios consolidados ao longo do continente americano. Organizando-se de forma descentralizada, dividiam o poder político entre diversas cidades-estados. Em cada uma delas, um chefe, chamado de halach vinic, governava a região em nome de uma divindade específica. Seu poder era repassado hereditariamente e os principias cargos administrativos eram por ele delegados.  A religião deste povo era politeísta, pois acreditavam em vários deuses ligados à natureza. Os maias ergueram pirâmides, templos e palácios, demonstrando um grande avanço na arquitetura. A arquitetura maia era totalmente devotada ao culto. As cidades eram centros religiosos. Os templos eram de forma retangular e construídos sobre pirâmides truncadas, acessíveis por escadas laterais. Os maias tinham como característica de arquitetura construir casas amplas e arejadas. A parte de fora das construções como palácios e pirâmides apresentam esculturas em suas decorações. A arte maia tinha suma importância na preservação das tradições religiosas. Os murais e as esculturas relatavam a grandeza das dinastias que controlavam uma determinada cidade-estado. Trabalhavam com pedras, matérias em madeira e cerâmica para construírem estátuas e figuras em baixo relevo que adornavam os templos e demais construções urbanas.

  • ASTECAS:

  Os Astecas ocuparam o Sul do México e parte da América Central. Falavam o Nahuatle. Foram uma das maiores civilizações que o mundo conheceu. A sociedade era hierarquizada e comandada por um imperador, chefe do exército. A nobreza era também formada por sacerdotes e chefes militares. Os camponeses, artesãos e trabalhadores urbanos compunham grande parte da população. Esta camada mais baixa da sociedade era obrigada a exercer um trabalho compulsório para o imperador, quando este os convocava para trabalhos em obras públicas (canais de irrigação, estradas, templos, pirâmides). Na arquitetura, construíram enormes pirâmides utilizadas para cultos religiosos e sacrifícios humanos. Estes, eram realizados em datas específicas em homenagem aos deuses. A religião era politeísta, pois cultuavam diversos deuses da natureza (deus Sol, Lua, Trovão, Chuva) e uma deusa representada por uma Serpente Emplumada. A escrita era representada por desenhos e símbolos. O povo Asteca foi um povo bom em esculturas, pois as faziam de todos os tamanhos em que ficavam com temas religiosos ou da natureza. Captavam a essência do que queriam representar e logo realizavam as suas obras com todo o detalhe. Nas esculturas maiores geralmente representam deuses e reis. As menores as utilizavam para representações de animais e objetos comuns. Os Astecas utilizaram a pedra e a madeira e as vezes decoravam as esculturas com pintura de cores ou incrustações de pedras preciosas.  A pintura no povo Asteca aparece ligada à Arquitetura. A cor tem um papel fundamental. Trata-se de uma cor simples, sem sombras e, possivelmente, com conotações simbólicas. Outro traço característico da arte Asteca é os adornos feitos com penas, que tiveram grande importância na América Central. As penas mais apreciadas eram as de quetzal (verdes), as de tlauquecholli (vermelhas) e as do xiuhtototl (azul turquesa). Com estas penas faziam tapetes e decoravam mantos, máscaras de rituais, escudos e trajes de guerreiros.

  Na América do Sul:

  • INCAS:

  Os Incas habitaram a América do Sul (Peru e Equador). A sociedade inca era dividida em três grupos, que se organizavam hierarquicamente formando uma pirâmide: na base ficavam os yanaconas, que eram escravos selecionados para proteger seus senhores; na parte do meio da pirâmide ficavam os nobres que eram membros da família do Inca ou descendentes dos chefes de clãs; e os sacerdotes, denominados de “Grande Inca”, ficavam no topo da pirâmide e realizavam culto ao Sol. Eles eram responsáveis pelos cultos religiosos e pela educação dos jovens. Homens casavam aos vinte anos e mulheres aos dezesseis. Eles mesmos escolhiam com quem casar e ao realizarem a cerimônia recebiam terras para morar. Aos 10 anos as mulheres passavam por uma seleção. As mais inteligentes e bonitas, sendo da etnia dos Incas, eram escolhidas e mandadas para Cuzco. Lá eram educadas por mulheres mais velhas. Algumas se tornavam esposas do imperador ou de quem ele indicasse, outras permaneciam virgens para participar do culto solar. Estas se empregavam em fiar e tecer. A religião era politeísta, constituída de forças do bem e do mal. O bem era representado por tudo àquilo que era importante para o homem como a chuva e a luz do Sol, e o mal, por forças negativas, como a seca e a guerra. Eram extremamente religiosos e viam o Sol e a Lua como entidades divinas às quais suplicavam suas bênçãos, fosse para melhores colheitas, fosse para o êxito em combates com grupos rivais. Desenvolveram várias construções, com enormes blocos de pedras encaixadas, como de templos, casas e palácios. Eles jamais construíram pirâmides, as encontradas em seu habitat são anteriores a essas civilizações. Os palácios e casas dos nobres em geral tinham uma planta quadrada e as construções religiosas eram circulares. As casas do povo e os depósitos de alimentos eram simples, feitos em pedras colossais, já os templos, palácios e edifícios do governo, tinham paredes de pedras geométricas regulares, polidas e encaixadas umas na outras sem argamassa. A maneira de trabalhar a pedra, tanto na escultura quanto na arquitetura, era sua forma de expressão artística. Seus templos, palácios e fortalezas mostram técnicas fabulosas de trabalho em pedra talhada. Em alguns edifícios, usaram blocos retangulares de pedras talhadas dispostos em fileiras. Eles eram especialistas em cortar pedras. Construíram muitas estradas, cidades, armazéns, fortalezas,  templos e santuários.  Os incas produziam artefatos destinados ao uso diário ornados com imagens e detalhes de deuses. Era comum na cultura inca o uso de formas geométricas abstratas e representação de animais altamente estilizados no feitio de cerâmicas, esculturas de madeira, tecidos e objetos de metal. Eles produziam belos objetos de ouro e as mulheres produziam tecidos finos com desenhos surpreendentes.

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