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PERÍODO COLONIAL BRASILEIRO
Maio 29th, 2019 by Sardinha

PERÍODO COLONIAL BRASILEIRO

 

Arte centrada no convento e moldada ao convento, no período colonial a Igreja é o centro da vida social. Na vida civil, além de faltar ambiente para o desenvolvimento da arte, havia leis que proibiam o requinte nas construções.

Refletindo o Barroco português, a decoração com colunatas, volutas e relevos nas fachadas variam das mais ricas às mais simples. As torres são modificações introduzidas para combinar o tradicional com as inovações barrocas da Itália.

Principais monumentos da arte colonial: No Norte:

  • Pará : Belém e Vigia.
  • Maranhão: São Luís e Alcântara.
  • Piauí:
  • Ceará:

Em Belém destacam-se as igrejas de São Francisco Xavier, das  Mercês e a catedral,  onde se encontra um rico acervo do Barroco e Rococó. Em São Luís e Alcântara, são notáveis as construções civis, em que se destacam os sobrados azulejados, além das igrejas.

No litoral nordeste, grande  influência  da arte portuguesa do século XVI:

  1. Pernambuco: Nossa Senhora da Graça, feita pelos jesuítas; Nossa Senhora das Neves, em Olinda, pelos franciscanos; abadia de São Bento, em
  2. Espírito Santo: convento da Penha, dos franciscanos, em Vitória.
  3. Bahia:
  • século XVI: colégio dos Jesuítas, hoje catedral da Bahia, por Francisco Dias, arquiteto jesuíta; igreja de São Francisco, em  Salvador;  abadia de São Sebastião, em Salvador, a  mais antiga  da América.
  • século XVII: convento de São Bento, convento das Carmelitas, Conceição da Praia, Senhor do Bonfim.

No litoral centro-sul, as mais importantes obras são do século XVII:

  1. Rio de Janeiro: mosteiro de São Bento, convento de Santo Antônio – a obra-prima do Barroco no Brasil; igreja de S. do Parto; Senhor dos Passos; São Francisco da Penitência; N.S. da Glória do Outeiro.
  2. São Paulo: igreja do Embu; abadia Nossa Senhora da Assunção; convento S. do Desterro, em Santos.

No interior:

Enquanto no litoral as obras se conservaram mais ou menos fiéis à sua origem, com poucas modificações, no interior, a distância, a dificulda­de de comunicação e transporte e o amadurecimento da arte e dos artistas brasileiros levam a modificações sensíveis na arquitetura .

Minas Gerais é o mais importante centro do Barroco brasileiro, destacando-se os artistas Ma­nuel Francisco Lisboa, pai do Aleijadinho, Francisco Pombal, irmãos Arouca, Xavier de Brito, José Coelho Noronha, João Gomes Batista.

Antônio Francisco  Lisboa ,  o  Aleijadinho, é o maior artista do período colonial brasileiro. Inova o espaço, a talha , a escultura, revolucionando o Barroco, passando-o para o Rococó. São Francisco de Assis, em Ouro Preto, N.S. do Carmo, em Sabará, São Francisco, em São João Del Rei, são monumentos da arquitetura do século XVIII.

As obras do Aleijadinho estão principalmente em Ouro Preto e Congonhas do Campo , notando-se principalmente os seus trabalhos em escultura, os Profetas, feitos em pedra-sabão, que ornamentam a fachada e o adro da igreja de Congonhas .

Urbanismo

 

As cidades no período colonial não apresentavam nenhum planejamento urbano: sem higiene, sem escoamento de águas, ruas estreitas  e  sinuosas, casas ligadas umas às outras,  ausência  de jardins e plantas.

No final do século XVII,  no  Rio  de Janeiro, o vice-rei D. Luís de Vasconcelos se preocupa em remodelar a cidade. Surge então o nome do mulato brasileiro, que estudara em Portugal, Valentim da Fonseca e Silva, que executa obras de paisagismo, arquitetura e  esculturas,  principalmente  as do Passeio Público, lagos, estátuas, grades de ferro.


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