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A HISTÓRIA DO CINEMA
out 9th, 2018 by Sardinha

CINEMA COMO ARTE
out 9th, 2018 by Sardinha

Cinema como arte

 

Na Europa do século XVIII, existiam seis artes: arquitetura, pintura, escultura, música, literatura e teatro (incluindo a dança). Eram conhecidas como Belas Artes. O cinema foi inventado pelos irmãos Auguste e Louis Lumiére no final do século XIX, e passou a fazer parte da lista das Belas Artes graças ao intelectual italiano, Ricciotto Canuto, em 1912.

Em 1985 na França, Auguste e Luis Lumière, fizeram a primeira exibição pública de uma imagem em movimento. Louis Lumière produziu e exibiu um documentário de curta metragem chamado “Sortie de L’usine Lumière à Lyon” (Empregados deixando a Fábrica Lumière), e possuía 45 segundos de duração. Os filmes desta época eram feitos baseados nos acontecimentos do cotidiano.

Em 1902, Georges Méliès lança o filme “Viagem à Lua”, e inaugura o gênero da ficção, desenvolvendo diversas técnicas: fusão, exposição múltipla, uso de maquetes e truques ópticos, precursores dos efeitos especiais. O cinema então virou arte!

Vamos conhecer agora um pouco sobre a história do cinema brasileiro?

Em 1896 acontece a primeira exibição de cinema no Brasil. Ocorreu no Rio de Janeiro, onde foram projetados oito filmetes retratando apenas cenas pitorescas do cotidiano de cidades da Europa. Em 1898, o imigrante italiano Affonso Segretto traz para o Brasil o cinematógrafo, invenção dos irmãos Lumiére, e filma cenas do porto brasileiro, e fica conhecido como o primeiro cineasta em terras brasileiras.

Entre 1906 e 1910 surgem os primeiros filmes de ficção, chamados de “posados” (“Os Estranguladores”, de Francisco Marzullo), os “cantados”, com atores dublando ao vivo (“Paz e Amor”).

Na década de 1930 coexistem o cinema mudo e o cinema sonoro. As produções nacionais são voltadas para musicais carnavalescos, com atores de rádio e teatro. Adhemar Gonzaga cria o estúdio Cinédia, que produz dramas populares e comédias musicais, como “Alô, Alô Brasil” (1935) e “Alô, Alô Carnaval” (1936), que revelam a cantora Carmen Miranda, sucesso internacional.

Na década de 1940, os filmes carnavalescos da década anterior evoluem para filmes cômico-musicais, de baixo orçamento, dando origem ao primeiro gênero brasileiro, a Chanchada. Em 1949 é lançado o Estúdio Vera Cruz, o primeiro a realizar moldes profissionais no Brasil. Seu grande sucesso é o comediante Mazzaropi. Mas o estúdio acaba na década de 1950.

Em 1955 Nelson Pereira dos Santos lança o filme precursor do Cinema Novo, “Rio, 40 Graus”. O Cinema Novo opõe-se ao populismo das Chanchadas, buscando um estilo nacional por meio da discussão da realidade econômica, social e cultural do país. Entre os principais diretores, estão Nelson Pereira dos Santos, Roberto Santos, Glauber Rocha e Arnaldo Jabor. José Mojica Marins, o Zé do Caixão, populariza o cinema de terror brasileiro.

Sob controle do governo, a Embrafilme garante espaço para os filmes nacionais, em meio ao domínio dos filmes estrangeiros, com financiamento público e salas de exibição garantidas em lei. Em São Paulo, o movimento da Boca do Lixo produz filmes de baixo orçamento, com forte apelo erótico, conhecidos por Pornochanchadas, na década de 1970.

Na década de 1980, a produção cinematográfica cai, e praticamente não são exibidos filmes nacionais. Curtas e documentários passam a ser os únicos representantes do cinema brasileiro com acesso ao mercado.

Com a crise política e econômica do governo Collor na década de 1990, a crise cinematográfica se agrava. Na segunda metade da década, filmes brasileiros voltam a  ser realizados, chamando a atenção da crítica internacional, no período que fica conhecido por Cinema da Retomada. Um filme deste período é o Carlota Joaquina, Princesa do Brasil (1995), de Carla Camurati.

Atualmente, o cinema nacional tenta conquistar maior participação no mercado, produzindo cada vez mais filmes com qualidade. São lançados filmes de grande sucesso de público e reconhecimento internacional.

RECUPERAÇÃO – CERI
set 14th, 2018 by Sardinha

AVALIAÇÃO – 20/09 ( 2001-2002-2003-2006 ) e 21/09 (2004)

-Recuperação 3º Bimestre:

2001 – 03 – 04- 05- 06- 11- 14- 15- 16- 18- 19- 20- 24- 27- 28- 33

2002- 03- 04- 05- 06- 08- 11- 12- 14- 15- 18- 20- 21- 24- 27- 29- 30- 31- 32- 33

2003- 05- 07- 12- 13- 17- 18- 20- 23- 25- 26- 27- 32

2004- 04- 09- 10- 12- 15- 16- 19- 27- 34

2006 – TODOS OS ALUNOS

GLOBALIZAÇÃO E AS ARTES
ago 30th, 2018 by Sardinha

Os efeitos da globalização nas Artes Visuais, na Música, no comportamento humano e seus valores

 

Objetivo: Pensar na modificação causada pela globalização e sua repercussão nas Artes Visuais, na Música e também no comportamento humano e seus valores.

 

A década de 90 trouxe mudanças que impactaram a sociedade como um todo. As conquistas da ciência marcaram o período. A internet abriu novas fronteiras nas comunicações, mas isolou, de certa forma, os contatos humanos. Nunca se deu tanta importância às aparências: o tempo de celebridade encolheu e o corpo é cada vez mais cultuado.

A produção artística contemporânea reflete essas mutações. Os limites de fronteiras culturais tecnicamente não mais existem. Desapareceram as particularidades próprias de uma determinada cultura e se diluíram as raízes nesse espaço globalizado.

Artistas revolucionam o olhar tradicional com as novas formas de expressão artísticas.             Utilizar a técnica como parte da expressão artística é a grande mudança que chegou com a arte e tecnologia. Praticada em museus, universidades e nas ruas, a arte e tecnologia tem muitas faces e nomes. Nanotecnologia, biotecnologia, arte on-line, trabalhos colaborativos e ativismo via web são as novidades em arte e tecnologia.
O  processo de  globalização alterou a forma como consumimos música, não no aspecto mercadológico e comercial, mas no sentido de apreciação da música. A globalização, associada à tecnologia e ao advento das novas mídias, possibilitou que os produtos artísticos fossem acessados por um maior número de pessoas.

As mudanças comportamentais, culturais e econômicas que vem ocorrendo ao longo do tempo, são frutos do processo de globalização. Novos conceitos e termos foram adaptados e incorporados no cotidiano. Ocorreram mudanças nas relações entre gerações, focando principalmente os jovens e os idosos. E também mudanças com relação a visão do espaço e do tempo.

A circulação do capital alterou valores morais na sociedade; e por fim, as transformações culturais. A dinâmica global que varia os conceitos de espacialidade e temporalidade.

A globalização causou modificações, não só no comportamento humano e seus valores como nas Artes Visuais e na Música.

LIXO EXTRAORDINÁRIO – VIK MUNIZ
ago 26th, 2018 by Sardinha

NO OLHAR – SEBASTIÃO SALGADO
ago 26th, 2018 by Sardinha

A HISTÓRIA DA FOTOGRAFIA
ago 26th, 2018 by Sardinha

FOTOGRAFIA
ago 15th, 2018 by Sardinha

Fotografia

Fotografia é a técnica de criar imagens por exposição luminosa em uma superfície fotossensível.

A primeira fotografia reconhecida foi feita em 1826, pelo francês Joseph Nicéphore Niépce, no entanto o desenvolvimento da fotografia não pode ser atribuído apenas a uma pessoa. Diversas descobertas ao longo do tempo foram somadas para que fosse possível desenvolver a fotografia como é conhecida hoje. Químicos e físicos foram os pioneiros nesta arte, já que os processos da revelação da fixação da fotografia são essencialmente físico-químicos, numa associação de condições ambientais e de iluminação a produtos químicos.

Com o passar do tempo a essência da forma de fazer fotografia não mudou, no entanto, os avanços tecnológicos permitem cada vez mais melhorar a qualidade da fotografia, aumentar a resolução e a realidade das cores. A busca pela acessibilidade da fotografia também era grande preocupação logo em seu surgimento, a busca era intensa por materiais duráveis, eficazes e de baixo custo e pela aceleração no processo de revelação.

O desenvolvimento da fotografia colorida foi também um processo lento e que necessitou de muitos testes. O primeiro filme colorido foi produzido em 1907, mas ainda hoje a fotografia colorida não alcançou a definição da escala de tons que a sensibilidade do filme preto e branco possui.

Com o advento da fotografia digital, muitos paradigmas fotográficos foram alterados. Com aparelhos cada vez menores, mais simples de manipular e que produzem fotografias em alta qualidade, a internet facilitando o fluxo das imagens, a fotografia tornou-se algo muito mais simples e popular do que era.

A fotografia abrange várias áreas da vida e do cotidiano humanos, pois é o mecanismo que permite arquivar um momento. A fotografia, logo que surgiu, não era considerada arte, e atualmente ainda existe uma gama de opiniões adversas quanto a isso. Para alguns críticos, a fotografia não pode ser considerada arte por conta da facilidade que existe em produzi-la, em contrapartida, outros críticos acreditam que ela pode ser considerada como arte a partir do momento em que ela é uma interpretação da realidade, e não apenas uma cópia.

A fotografia contribui positivamente em muitas coisas, vários âmbitos profissionais a agregaram como meio de amplificar as possibilidades e produzir estudos detalhados e precisos. A fotografia é utilizada na medicina, no jornalismo – fotojornalismo – e na ciência, para o desenvolvimento de vários estudos.

Muitos cientistas pesquisaram sobre fotografia, a fim de melhorá-la e aperfeiçoá-la. Por conta disto, não se pode atribuir a apenas uma pessoa a criação ou o desenvolvimento da fotografia, o produto que temos hoje é uma soma de várias técnicas descobertas por algumas pessoas. Os principais nomes do início do desenvolvimento da fotografia foram: Joseph Nicéphore Niépce, Louis Jacques Mandé Daguerre, William Fox Talbot, Hércules Florence, Boris Kossoy e George Eastman.

 

                                      Revelação de Fotografias

 

revelação fotográfica é o processo químico que transforma a imagem latente registrada no filme fotográfico em imagem visível.

O processo da revelação de fotografias é dividido em cinco etapas, e é basicamente químico.

     A primeira etapa é a revelação. Neste estágio, é utilizado um produto químico denominado revelador, que por meio da reação de óxido-redução conclui a transformação dos haletos de prata, contidos no filme fotográfico, em prata metálica. Os reveladores são soluções alcalinas, geralmente à base de metol e hidroquinona.

     A segunda etapa é a interrupção. Neste estágio, é utilizado um produto químico que tem a capacidade de interromper a revelação da fotografia. Caso isso não seja feito, o revelador continua agindo até escurecer a fotografia por completo. Como as soluções reveladoras são alcalinas – básicas – são utilizadas soluções ácidas para interromper o processo. Os interruptores geralmente são compostos de ácido acético glacial – vinagre concentrado – ou ácido cítrico.

     A terceira etapa é a fixação. Neste estágio, são retirados da emulsão os cristais de  prata que não se transformaram em prata metálica na primeira etapa. Isto é necessário porque caso fiquem vestígios dos haletos de prata sobre a fotografia, estes resíduos com o tempo podem se decompor e manchá-la. A base do fixador é o tiossulfato de sódio, pois ele tem a capacidade de reagir com os cristais de prata e torná-los solúveis em água.

     A quarta etapa é a lavagem. A função da lavagem é de extrema importância para a obtenção de uma fotografia durável e de qualidade. É na lavagem que são retirados todos os resíduos químicos presentes na fotografia, e permanece apenas a imagem de prata metálica. A fotografia é lavada em água corrente, por alguns minutos, e o processo da retirada completa dos elementos reatores da fotografia se dá por difusão, em que os sais migram do meio saturado para o meio insaturado (água) em busca do equilíbrio químico. Existe também a utilização de sulfito de sódio para diminuir o tempo de lavagem e aumentar a eficácia da mesma.

     A quinta e última etapa é a secagem. As fotografias secam naturalmente, sem a utilização de tecidos ou papéis absorventes. Há também a utilização de estufas, mas a temperatura, neste caso, não pode ultrapassar os 40ºC.

Uma vez revelada, a fotografia não poderá mais ser apagada. No entanto, em processos de revelação precários, é possível que haja manchas e descoloramento no futuro, embora não a ponto de apagarem por completo a imagem.

 

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fotografia
http://www.fotoserumos.com/histfoto.htm

STORYBOARD
ago 15th, 2018 by Sardinha

COMO CONSTRUIR UM STORYBOARD

 

Quando se está planejando um vídeo, o primeiro passo é fazer um storyboard, para que você possa trazer um script a vida e apresentá-lo para outra pessoa. Um storyboard é uma série de miniaturas que mostra o desenrolar de um vídeo, ilustrando as cenas-chave – como será o ambiente, quem estará presente e quais ações acontecerão. Ele é muitas vezes usado como demonstração de cenas de filmes, vídeos de música, produção de TV e mais e podem ser criados a mão, ou usando um meio digital. Continue lendo para aprender como mapear a sua história, ilustrar os quadros-chave e refinar seu storyboard.

Parte1

Mapeando a História

1 – Estabeleça uma linha do tempo. Estabelecer os parâmetros de tempo e lugar da sua história e decidir a ordem cronológica de acontecimento dos eventos é a melhor maneira de organizar sua história para que você possa trazê-la a vida. Se sua história não for completamente linear (ou seja, tiver flashbacks, flash forwards, mudanças de perspectiva, resultados alternativos, múltiplas linhas do tempo, viagem no tempo e assim por diante), você ainda deve criar uma linha do tempo da narrativa.

  • Faça uma lista dos eventos principais da história na ordem que eles serão contados. É assim que eles aparecerão na tela.
  • Se você estiver fazendo o storyboard de um comercial, determine quais cenas acontecerão e a sua ordem.

2 – Identifique as cenas-chave em sua história. Um storyboard deve dar a quem está vendo uma ideia de como a história se traduzirá no vídeo. A ideia não é tentar recriar a experiência inteira usando uma animação, mas demonstrar as partes-chave que irão captar a atenção do espectador. Pense bem na sua história e faça o brainstorming de uma lista de momentos chave que você deseja ilustrar no storyboard.

  • Escolha cenas que mostrem o desenvolvimento da trama do início ao fim.
  • Também é importante mostrar as reviravoltas. A qualquer momento que tiver uma reviravolta, ou mudança importante da trama, você deve incluir esse momento no storyboard para que sua história siga o fluxo.
  • Você também pode querer mostrar as mudanças na ambientação. Se a história começa em uma cidade e vai para outra, certifique-se de que isso está claro em suas ilustrações.
  • Se você estiver fazendo o storyboard de um comercial, o processo é igual: pegue as imagens principais que representarão o fluxo e direção do vídeo do começo ao fim. Como regra geral, tenha em mente que para um comercial comum de 30 segundos, um storyboard não deve ter mais de 15 quadros. Faça dois segundos por quadro, em média.

3 – Decida o nível de detalhamento. Um storyboard pode ser incrivelmente detalhado, com ilustrações mostrando cada tomada. Se você estiver nos estágios preliminares de um filme de longa metragem, você terá que cobrir muitas coisas ainda para fazer o detalhamento agora. Porém, você pode eventualmente dividir o filme em cenas individuais, com um storyboard separado para cada uma delas. Isso permite a criação de uma representação bastante detalhada da progressão das cenas individuais e é útil para manter a organização durante a produção.

  • Se você estiver trabalhando em um filme e for dividi-lo em tomada por tomada, crie o que se chama de lista de tomadas. Para cada tomada na lista, você precisará pensar na composição dela e nos demais detalhes envolvidos durante a filmagem.
  • Lembre-se que a ideia do storyboard é trazer clareza visual e deixar todo mundo com a mesma visão. Não é para ser um trabalho de arte. Use uma abordagem prática no nível de detalhes que você escolher para os eu storyboard. Você não quer que a pessoa fique perdida tentando interpretar suas ilustrações em vez de enxergar o todo.
  • Um bom storyboard será facilmente entendido por qualquer pessoa que o veja. Potencialmente, um diretor, cameraman, seletor de cenas, ou até mesmo um especialista em objetos de palco (para citar alguns) podem usar o storyboard como referência, guia e direção.

4 – Escreva uma descrição do que cada célula irá mostrar. Agora que você sabe quais cenas principais você quer mostrar, pense como mostrar a ação em cada ilustração. Veja sua lista de cenas e escreva uma descrição dos elementos mais importantes de cada uma. Isso ajudará a determinar o que desenhar exatamente em seu storyboard.

  • Por exemplo, você pode querer ter uma célula que mostre uma conversa entre dois personagens principais. O que precisa ser passado nessa imagem? Os personagens estão lutando, sorrindo, ou indo para um determinado lugar? Algum tipo de ação deve acontecer em cada desenho.
  • Leve em consideração o ambiente também. É importante ter uma certa paisagem no plano de fundo por trás dos personagens?

Parte2

Projete o Storyboard

1 – Decida o que você usará para o modelo. Você pode desenhar um modelo de storyboard básico a mão, dividindo uma cartolina em quadros vazios com o mesmo tamanho usando um lápis e uma superfície reta. A configuração deve parecer semelhante a de um quadrinho, com linhas de células quadradas que mostrem como a cena ficará na tela. Se você preferir, pode usar o Adobe Illustrator, storyboardthat.com, Microsoft PowerPoint, Amazon’s Storyteller, ou inDesign para criar um modelo de storyboard no formato vertical, ou horizontal.

  • O tamanho das células deve ser desenhado levando em conta a taxa de aspecto do vídeo finalizado, como por exemplo 4:3 para uma tela de TV, ou 16:9 para um filme de cinema. Você pode comprar folhas específicas com estas dimensões.
  • Um modelo de storyboard para publicidade deve ser composto de quadros retangulares nos quais você irá inserir os desenhos. Se quiser inserir legendas, certifique-se de deixar espaço para escrever as descrições do vídeo. Também deve haver uma coluna para o áudio, onde você irá incluir o diálogo e quaisquer sons ou música.
  • Se você se encontrar fazendo o storyboard para mais de um projeto, ajuda ter uma boa mesa digitalizadora da Wacom™, para que você possa fazer o storyboard direto no Photoshop.
  • Se você não quiser desenhar as imagens, você pode contratar um artista para fazer os desenhos. Você descreverá o que acontece em cada quadro e dará ao artista um script impresso para trabalhar. Ele dará a você os quadros em preto e branco, ou coloridos, para que você coloque em ordem sequencial.

2 – Esboce as miniaturas. Comece a dar vida as cenas fazendo os esboços que você mapeou no modelo feito. Esse é apenas um rascunho, então não se preocupe em deixá-lo perfeito. Conforme você esboça cada cena, mexa com os seguintes elementos, apagando e desenhando novamente conforme necessário:

  • Composição (iluminação, primeiro plano/plano de fundo, paleta de cores, etc.)
  • Ângulo da câmera (alto ou baixo)
  • O tipo de tomada (amplo, close-ups, sob os ombros, em movimento, etc.)
  • Adereços (objetos no quadro)
  • Atores (pessoas, animais, sofá falante, etc. qualquer coisa que possa agir, em vez de receber uma ação)
  • Efeitos especiais

3 – Adicione outras informações importantes. Próximo, ou abaixo de cada célula coloque a descrição do que está acontecendo. Inclua o diálogo (se houver). Adicione informações sobre o tempo de duração da tomada. Por fim, numere as células para que elas sejam fáceis de referenciar quando estiver discutindo o storyboard com outras pessoas.

4 – Finalize seu storyboard. Assim que tiver identificado os pontos-chave do assunto e tiver feito o desenho de cada quadro, revise seu trabalho e faça as mudanças finais. Esteja certo de que cada célula mostre a ação que você deseja passar. Mexa nas descrições e no diálogo se necessário. É uma boa ideia pedir para outra pessoa revisar seu storyboard para garantir que ele está bem fluído e que não está confuso.

  • Considere adicionar cores. Se estiver criando um storyboard para propaganda, isso ajudará a destacar suas ideias.
  • Lembre-se que não é necessariamente importante que os desenhos pareçam realistas, ou perfeitos. Dependendo do público alvo, simples bonequinhos de palito podem ser o suficiente. Na maioria dos casos, os storyboards não precisam ser perfeitos, só precisam fazer sentido para a equipe.

Parte3

Refinando seu Storyboard

1 – Pense numa perspectiva de três pontos. Embora as ilustrações em seu storyboard não precisem parecer criadas por um profissional, há certos truques artísticos que você pode usar para deixar as imagens com aparência de cenas de filme. Isso não é obrigatório, mas pode ajudar as pessoas com as quais você está trabalhando a visualizar a tomada mais claramente.

  • Em vez de desenhar todos os seus personagens como se eles estivesse na mesma linha horizontal, coloque-os em perspectiva. Ponha um deles um pouco mais distante da câmera e alguns mais perto. Os que estão mais longe da câmera devem parecer menores, com seus pés mais acima na página e aqueles mais próximos devem parecer maiores, com os pés mais abaixo na página.
  • Quando chegar a hora de traduzir o storyboard para o filme, você terá uma ideia muito melhor de como dirigir a tomada.

2 – Tenha motivações para seus cortes. Conforme você cria o storyboard do seu filme, pense nos motivos para fazer cada corte para uma nova cena. Avançar a história tem mais coisa envolvida do que apenas pular para o próximo ponto da trama; você precisa dar um motivo para os personagens fazerem o que fazem. As motivações do storyboard para seus cortes ajudarão você a descobrir como criar tensão e manter a história em movimento quando for a hora de fazer o filme.

  • Por exemplo, se você quiser fazer o corte de um cômodo para o outro, ponha um personagem no primeiro cômodo olhando para a porta porque ele ouviu um barulho.
  • Isso ajudar com a continuidade da história e mantém a atenção do espectador.

3 – Deixe seu storyboard se transformar. O seu storyboard pode ser uma ferramenta extraordinária quando você estiver ajustando suas tomadas e estiver dirigindo seu filme. Porém, confiar somente nele pode lhe deixar muito preso. Conforme você faz o seu filme, você irá ter ideias para certas tomadas que você não pensou antes. Permita-se sair um pouco do storyboard, ou pelo menos modificá-lo, para que o processo de criação do filme seja mais orgânico.

  • Lembre-se de aceitar as opiniões dos outros conforme as coisas se desenrolam, especialmente se estiver trabalhando com uma talentosa equipe de produção. Um storyboard deve ser feito para poder ser editado e modificado e ele pode ser melhorado por ideias que você não teve.
  • A maioria dos diretores de filmes têm um estilo diferente quando o assunto é o storyboard. Alguns mapeiam cada detalhe, enquanto alguns o utilizam apenas como um guia geral.

Dicas

  • Se você não souber desenhar, há programas que permitem a criação de storyboards apenas arrastando e soltando objetos de uma biblioteca de gráficos prontos.
  • Os storyboards tem outras utilidades além do planejamento de vídeos, como ilustrar uma sequência de ações, ou projetar sites complexos.

Materiais Necessários

  • Folhas de papel
  • Folhas para storyboard
  • Suprimentos para desenho
  • Editor de imagens
  • Scanner

 

 

RECUPERAÇÃO ENSINO MÉDIO
jun 23rd, 2018 by Sardinha

RECUPERAÇÃO ENSINO MÉDIO

DATA: 28/06/18

2001 – TODA A TURMA

2002 – TODA A TURMA

2003 – TODA A TURMA

2004 – TODA A TURMA

2006 – TODA A TURMA

 

MATÉRIA: TODA A MATÉRIA

 

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