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RECUPERAÇÃO CERI – 2004
dez 4th, 2018 by Sardinha

AVALIAÇÃO DIA 07/12/18

ALUNOS:  01- 04- 06- 08- 11- 14- 16- 22- 27- 28- 33-34

Notas da Feira Cultural – Turma 2002
nov 30th, 2018 by Sardinha

#
FEIRA
Alunos NOTAS
1 2,5
2 2,0
3 2,6
4
5 2,6
6 2,5
7 2,4
8 2,8
9 2,0
10 2,8
11 2,8
12 2,0
13
14 2,5
15 2,4
16 2,0
17 2,5
18 2,8
19 2,6
20 2,5
21 2,4
22 2,0
23 2,4
24 2,6
25 2,0
26 2,4
27 2,6
28 2,8
29 2,4
30 2,4
31 2,4
32 2,8
33 2,4
34 2,5
35
RECUPERAÇÃO CERI
nov 30th, 2018 by Sardinha

AVALIAÇÃO – 2001-2002-2003-2006 – 06/12

2004 – 07/12

2001- 04 – 05- 06- 07- 11- 12- 15- 18- 19- 20- 21- 24- 26- 27- 29- 30- 32- 34- 35

2002- 02- 04- 05- 06- 09- 13- 14- 16- 18- 21- 22- 23- 24- 30- 31- 32- 33- 34

2003- 01- 03- 05- 07- 09- 11- 12- 13- 14- 16- 20- 21- 25- 27- 28- 32- 36

2004- Será postado na segunda pois não recebi as avaliações até o momento

2006 – 06- 07- 11- 12- 13- 14- 16- 17- 27- 29- 35- 36

TRILHA SONORA
out 9th, 2018 by Sardinha

A música é reconhecida há muito tempo como uma arte peculiar, pois pode incentivar certas atitudes ou despertar algumas emoções particulares nos que a ouvem. Com seu potencial sensibilizador, tornou-se ferramenta essencial na construção da técnica narrativa em todas as tradições culturais, sendo assim conectada intimamente à produção e emissão da simbologia desejada.

Pode-se afirmar, portanto, que a trilha sonora  consiste na instrumentalização da música e das sonoridades como fatores fundamentais na criação de uma história, seja qual for o veículo que irá transmiti-la – cinema, teatro, televisão, entre outros. É a totalidade das composições musicais apresentadas em uma película cinematográfica, nos programas televisivos, em videogames, etc.     Esta definição abrange a música original, ou seja, aquela elaborada exclusivamente para uma produção artística; ou determinadas criações musicais e trechos de obras que já circulavam antes deste trabalho específico.

Desde o século XIX as películas cinematográficas são exibidas com o acompanhamento de orquestras ou pianos, principalmente na época do cinema mudo, quando os únicos sons produzidos eram os acordes tocados por um pianista ou pelos instrumentistas de uma orquestra.

Não há um consenso sobre a melhor forma de se conjugar o cinema e a música. Enquanto determinados pesquisadores acreditam que os sons devem se restringir a sua tarefa utilitária e, portanto, precisam estar sujeitos a critérios que definam seu nível funcional, outros consideram a música cinematográfica como um meio de expressão particular, com qualidades e normas estéticas intrínsecas. A trilha sonora não é, assim, secundária a nenhum outro elemento da produção, direção de arte, roteiro, etc.

Muitas vezes, por desconhecimento destas peculiaridades; pelos interesses que regem o mercado e impõem um número abusivo de gravações, ou a carência de recursos para produzir uma música de qualidade; ou até mesmo pela ignorância da técnica cinematográfica, gera-se uma trilha sonora artisticamente desprovida de valor. Estas inquietações devem ser igualmente estendidas às músicas que se ligam a outros veículos artísticos, como o teatro e a televisão.

 A trilha sonora mais elaborada é a que torna a narrativa mais densa e rica, harmonizando-se com as outras técnicas cinematográficas e gerando uma experiência emocional original. Ela extrai o melhor de compositores clássicos, das suas criações menos conhecidas, que se transformam em peças célebres ao serem ouvidas em determinadas produções; ou é composta pelos frutos mais significativos dos instrumentistas modernos, que muitas vezes conhecem a fama quando têm seus nomes associados aos mestres do cinema.

     Compor uma trilha sonora exige que os responsáveis por ela meditem com cuidado sobre seu desenvolvimento e manejem ferramentas e recursos teóricos compatíveis com o trabalho que está sendo empreendido. Uma produção bem realizada – ao equilibrar cuidadosamente o som, a imagem e as falas dos personagens – permite que a música imprima o caráter de um filme, a sua face específica, seja qual for o estilo musical empregado nesta obra.

Algumas canções são inseridas na gravação da trilha sonora de um filme sem necessariamente terem sido produzidas para essa obra em particular, ou sem que mesmo tenham sido tocadas ao longo do filme. Elas são como coadjuvantes em meio às músicas mais importantes, que realmente definem esta produção.

Fontes
http://pt.wikipedia.org/wiki/Banda_sonora
http://www.animamusic.com.br/ex_apostila.pdf

COMO FAZER UM ROTEIRO – 02
out 9th, 2018 by Sardinha

COMO PRODUZIR UM FILME – 01
out 9th, 2018 by Sardinha

DICAS DE GRAVAÇÃO COM O CELULAR
out 9th, 2018 by Sardinha

COMO ESCREVER UM ROTEIRO
out 9th, 2018 by Sardinha

COMO ESCREVER UM ROTEIRO DE CURTA METRAGEM EFICIENTE

 

Escrever curtas-metragens é o pontapé inicial ideal para qualquer carreira no cinema. Um bom curta pode ajudar você a desenvolver o seu estilo e a sua visão de um bom filme. Dentre os aspectos mais importantes, está o roteiro, que deve ser interessante para os telespectadores. Comece pensando em ideias, conceitos e personagens; depois, faça um esboço com muita ação e personagens bem bolados — e que capte a atenção das pessoas; por fim, faça os devidos ajustes e peça críticas e opiniões para finalizar o projeto e partir para a etapa da produção.

Parte1

Fazendo um brainstorming de ideias

Pense em um conceito único para o filme. Torne-o exagerado ou mais impactante do que seria na vida real: dê características estranhas a algo banal; use uma experiência memorável da sua infância ou uma notícia estranha que tenha ouvido nos noticiários etc.

  • Por exemplo: você pode se inspirar na sua primeira consulta com um dentista, mas imaginar que ele é um assassino em série que mata as vítimas com a broca.
  • Você também pode aproveitar um conceito cinematográfico mais geral — como, por exemplo, o personagem principal encontrar o cadáver de um alienígena na praia.

Pense em um tema específico. Use algo como “identidade”, “perda” ou “amizade” e dê à história um toque pessoal para ela ficar interessante e diferente.

  • Por exemplo: para trabalhar o tema “identidade”, você pode pensar nas experiências que os seus pais tiveram durante a adolescência na época pós-ditadura militar; para trabalhar “amizade”, pense na relação de uma pessoa mais nova com outra mais velha.

Pense em um personagem principal interessante. Muitos curtas exploram um só personagem, já que o tempo limitado não permite um aprofundamento maior. Crie alguém que seja intrigante para os telespectadores, mas que fuja dos estereótipos e clichês. Torne esse indivíduo crível, mas único.

  • Por exemplo: o personagem principal do curta pode ser um garoto que não consegue se sair bem na escola e, ao mesmo tempo, tem que lidar com o alcoolismo do pai; também pode ser que o protagonista seja um alienígena tentando voltar para o seu planeta de origem.

Monte a estrutura do enredo. Essa estrutura é dividida em seis passos (ou cinco, dependendo da fonte; os nomes também podem variar): a introdução, o incidente, a elevação da ação, o clímax, o declínio da ação e a resolução. Todo roteiro de curta deve trazer essas etapas. Veja:

  • Introdução: situa a ambientação, o protagonista e o conflito da história. Por exemplo: um garoto que tenta se sair bem na escola, ao mesmo tempo que tem que lidar com o alcoolismo do pai.
  • Incidente: o evento que muda o rumo da vida do protagonista. Por exemplo: o garoto conhece o novo vizinho, um rapaz mais velho que frequenta a mesma escola.
  • Elevação da ação: parte em que você tem que desenvolver os personagens e as suas relações. Por exemplo: os dois garotos acabam passando tempo juntos e tornam-se melhores amigos.
  • Clímax: o ponto mais dramático da história. Por exemplo: o pai alcoólatra do protagonista confronta o outro rapaz e eles acabam trocando socos.
  • Declínio da ação: quando o protagonista enfrenta a situação que se iniciou no clímax. Por exemplo: o garoto mata o próprio pai para salvar o rapaz.
  • Resolução: quando o protagonista resolve o conflito e consegue ou não o que busca. Por exemplo: os rapazes enterram o corpo do pai do protagonista e fazem um pacto para manter o segredo.

Assista a alguns curtas para entender o que é essencial ao roteiro. Explore gêneros diferentes, desde o terror às comédias românticas e aos filmes de transição da adolescência. Veja como os personagens e o enredo são desenvolvidos em pouco tempo. Exemplos:

  • Alice, de Rafael Gomes.
  • Incêndio, de Miguel Seabra Lopes e Karen Akerman.
  • Meu amigo Nietzsche, de Fáuston da Silva.
  • Ilha das flores, de Jorge Furtado.

Parte2

Escrevendo uma primeira versão do roteiro

Comece o roteiro com uma imagem impactante e que capte a atenção do telespectador. Os primeiros segundos do curta são essenciais. Você pode mostrar o personagem principal em ação, fazendo algo misterioso ou intenso; ou, se preferir, pode escrever um diálogo ou fazer uma descrição visual da situação.

  • Por exemplo: você pode começar o curta com uma imagem da nave do alienígena caindo na praia, bem perto de uma família. Essa situação é interessante e deixa o telespectador intrigado sobre o que vai acontecer a seguir.

Situe o enredo logo no início. Ambiente o curta-metragem logo nos dois primeiros minutos. Dê ao telespectador informações suficientes sobre o protagonista e o conflito que ele está enfrentando; assim, vai manter o interesse vivo.

  • Por exemplo: você pode abrir uma cena com o personagem principal saindo de casa e indo para a escola; nesse meio tempo, o garoto tem que lidar com o pai alcoólatra e com os colegas que praticam bullying com ele — já dando uma ideia do conflito.

Crie uma quantidade limitada de lugares e personagens. Você vai conseguir trabalhar melhor o curta-metragem se pensar apenas em um a três personagens e locais diferentes. Assim, também vai ter que investir menos quando for a hora de contratar os atores e alugar os cenários. Por fim, isso também ajuda a deixar o roteiro mais simples

Por exemplo: você pode pensar em um lugar central, como a escola, e um lugar secundário, como o quarto do protagonista.

  • Você também pode ter só um personagem principal e um ou dois secundários ou dois protagonistas e nenhum personagem de segundo time.

Escreva o roteiro com um gênero específico em mente. Os curtas se enquadram melhor em gêneros específicos, como terror, thriller, comédia romântica etc. Escolha o seu favorito e comece a trabalhar. Inclua imagens comuns para tal gênero e pense também em algumas variações interessantes.

  • Por exemplo: você pode escrever um roteiro de curta de terror, no qual o protagonista se apaixone por uma garota morta-viva em um cenário pós-apocalíptico. Se preferir, pode escrever um roteiro sobre a transição da adolescência, no qual o protagonista faça amizade com um alienígena que chegou à Terra.

Pense em imagens vívidas e intensas. Lembre-se de que o curta-metragem é uma mídia visual e tire proveito disso para entreter o telespectador. Faça descrições de cenários e situações interessantes ou impressionantes para dar mais personalidade à produção.

  • Por exemplo: você pode descrever determinada situação como “um dia quente na praia, com várias famílias brincando na areia do litoral” ou determinado personagem como “um alienígena de pele verde que usava uma pochete”.

Inclua sons no roteiro. Escreva-os em letra maiúscula para dar às cenas um aspecto mais sensorial.

  • Por exemplo: “Rafaela toma a vitamina em uma GOLADA BARULHENTA” ou “A morta-viva BALBUCIA enquanto dorme”.

Escreva diálogos breves e impactantes. Já que o curta-metragem tem um tempo limitado, você não pode escrever conversas longas ou descritivas demais. Só pense em frases que contribuam com o desenvolvimento dos personagens e da história — com três ou menos falas. Quando se trata de curtas, é melhor ter menos falas e mais descrições visuais interessantes.

  • Por exemplo: pode ser que o protagonista seja tímido e só se comunique com as pessoas de forma monossilábica; talvez, ele só converse com o seu gato de estimação, mas não com as pessoas.

Brinque com a representação do tempo no enredo. O curta dá a oportunidade perfeita para você brincar com a sequência dos fatos. Você pode, por exemplo, começar pelo final e terminar no início. Insira flashbacks para poder dar pulos temporais.

  • Por exemplo: você pode começar com uma cena que mostre dois garotos enterrando o corpo de um homem mais velho em um bosque isolado; depois, volte no tempo e explique o que os levou a essa situação.
  • Só não deixe a estrutura do curta confusa para os telespectadores. Não sacrifique o sentido só para ousar ou brincar. Esse recurso deve contribuir com o enredo, não atrapalhá-lo.

Pense em um final inteligente ou chocante. Muitos curtas-metragens são eficazes porque têm finais memoráveis. Geralmente, esse final é chocante ou dá uma reviravolta no que o telespectador estava esperando. Não resolva o conflito de forma óbvia.

  • Por exemplo: no final, pode ser que a mãe do garoto tenha subornado o rapaz mais velho para que ele ajudasse a matar o alcoólatra.

Parte3

Ajustando a primeira versão do roteiro

Leia a primeira versão do roteiro em voz alta. Assim, você vai poder enxergar melhor se o diálogo está natural e interessante, bem como ver se as cenas estão bem distribuídas.

  • Você também pode pedir para os seus amigos interpretarem os personagens do roteiro para ver se tudo está bem. Se eles forem talentosos, melhor ainda.

Mostre essa versão do roteiro às pessoas e peça críticas e opiniões. Peça o feedback a amigos, parentes e colegas e pergunte se eles acham o enredo interessante. Descubra também se o final os surpreendeu.

  • Se você conhece alguma pessoa que já escreveu roteiros ou trabalhou com cinema, peça ajuda a ela.

Adapte o roteiro aos formatos adequados. Os roteiros de cinema são organizados de uma forma específica, que facilita a leitura. Você pode fazer os ajustes manualmente ou usar algum programa, como o Final Cut ou o Movie Magic. Alguns exemplos de formatação:

  • Cabeçalho: escrito em letra maiúsculas no início de cada cena; explica o local e a hora do dia em que a cena acontece. indica que ela acontece em um espaço interior; EXT., por sua vez, indica que acontece do lado de fora. Por exemplo: “INT. CASA – NOITE” ou “EXT. ESTRADA – DIA”.
  • Transições: mostram como/se a câmera está se mexendo de cena a cena; também são escritas em letra maiúscula. Exemplos mais comuns: FADE IN, FADE OUT, CORTE PARA etc.
  • Nomes dos personagens: os nomes dos personagens sempre são escritos em letra maiúscula. Por exemplo: “MÔNICA anda pela rua” ou “PAULO fecha a porta do quarto”.
  • Para encontrar informações mais detalhadas sobre a formatação, acesse http://www.massarani.com.br/rot-formatacao-roteiro-cinema.html.

Dê um título ao roteiro. Pense em algo memorável e breve. Muitas vezes, os títulos dos curtas têm só uma palavra, que descreve todo o enredo. Pense no conceito ou no tema da produção ou, se preferir, use o nome do protagonista.

  • Por exemplo: o curta “Alice” foca na personagem de mesmo nome.

Busque um produtor para o curta. O produtor é a pessoa responsável por tentar conseguir financiamento para o filme e por contratar o elenco e a equipe técnica. Se preferir, você pode cuidar dessa parte por conta própria.

  • Se você for o produtor, tente captar subsídios do governo por meio de leis, como a Rouanet. Você também pode pedir doações a amigos e parentes.

 

COMO CRIAR UM CURTA METRAGEM
out 9th, 2018 by Sardinha

Como criar um curta metragem

Uma boa maneira para um aspirante a diretor de cinema começar uma carreira de sucesso é fazendo um curta-metragem. Embora possa parecer uma tarefa muito difícil à primeira vista, não é necessário muito para produzir um curta bem divertido. Com uma boa pré-produção, o equipamento ideal e um pouco de conhecimento, só ficará faltando a história para criar um curta de qualidade.

Parte1

Criando um roteiro e um storyboard

Tenha uma ideia para o curta-metragem. Pense em uma história que possa ser contada em menos de dez minutos. Concentre-se em uma única e simples ideia para que o filme não fique muito complexo. Reflita sobre o clima que o filme terá e qual será o gênero dele (terror, drama, experimental, etc.).

  • inspire-se em uma experiência pessoal para escrever o roteiro.
  • Antes de começar a escrever, faça uma última análise na abrangência da história (caberá no orçamento?).

Escreva o roteiro. Caso seja um aspirante a roteirista, aproveite para mostrar seu talento. O roteiro de um curta-metragem também é dividido em três atos (começo, meio e fim). Geralmente, cada página corresponde a um minuto de filme.

  • Lembre-se, mais uma vez, de manter o roteiro dentro do orçamento que tem à disposição. Se necessário, corte os efeitos especiais e as explosões.

Procure por roteiros na internet caso não queira escrever o seu próprio. Há muitos roteiros disponíveis na internet, entretanto, se planeja usar o curta-metragem comercialmente, será preciso pedir permissão ao autor do trabalho.

  • Alguns roteiristas cobrarão um preço fixo ou pedirão participação nos lucros.

Faça um storyboard. O storyboard é um tipo de revista em quadrinhos que ilustra tudo o que acontecerá no filme, cena por cena. Os desenhos não precisam ser artisticamente perfeitos, mas devem dar uma ideia clara do que ocorrerá em cada cena. A criação de um storyboard ajuda a economizar tempo na hora de gravar, eliminando a necessidade de decidir o que fazer de última hora.

  • Caso não saiba desenhar, faça bonequinhos de pau para representar os personagens e figuras geométricas simples para demonstrar os objetos cênicos.

Parte2

Finalizando a pré-produção

Procure as locações. Encontre os locais que foram descritos no roteiro. Se necessário, peça a comerciantes locais para usar os estabelecimentos para filmar o curta. Se for necessário gravar em uma casa ou em um apartamento, use o local onde mora. Lembre-se sempre de gravar somente em locais onde seja permito.

  • Esteja ciente de que é preciso autorização para filmar em determinados locais, mesmo que sejam públicos, como dentro do metrô, por exemplo.

Encontre os atores. Se tiver dinheiro para contratar atores, faça um anúncio convocando pessoas para a audição. Do contrário, chame amigos e familiares para atuarem no filme. Procure atores que possam representar os personagens descritos no roteiro e peça-os para interpretar algumas falas escolhidas por você com antecedência.

Contrate uma equipe de cinema. Ela o ajudará em vários aspectos técnicos do filme, como: cinematografia, produção, iluminação, edição e áudio. Se não tiver dinheiro suficiente, trabalhe nas funções que ficarão vagas.

  • Para economizar, chame amigos e familiares que possam ajudá-lo sem cobrar nada.

Compre ou alugue o equipamento de filmagem. Para fazer a filmagem de um curta-metragem, você precisará de câmera, iluminação e captação de áudio. Escolha um equipamento que vá de encontro com as suas necessidades e caiba no orçamento. No caso de não ter muita verba disponível, prefira comprar uma câmera usada ou usar a do smartphone. Caso contrário, opte por uma câmera DSLR, cujo preço pode chegar a milhares de reais.

  • Para fazer filmagens mais estáveis (sem tremer), compre também um tripé.
  • Para não precisar gastar com iluminação, filme durante o dia e ao ar livre.
  • Para realizar filmagens internas, utilize refletores fixos.
  • Para captar o áudio, é possível escolher entre um boom (mais caro) ou microfones externos comuns (com ou sem fio).
  • Os microfones internos ou externos das câmeras não são suficientemente bons para captar as vozes dos atores.

Parte3

Filmando o curta

Ensaie a cena. Assim que os atores chegarem ao local de gravação, peça a eles que façam uma leitura simples da cena escrita no roteiro. Em seguida, peça-os para interpretar a cena completa. Enquanto eles ensaiam, faça observações sobre como deseja que eles procedam, como quer que eles interajam com o ambiente e informe-os sobre qualquer mudança de última hora na cena.

  • A última parte desse processo é chamada de indicação cênica.

Peça aos atores para vestirem os figurinos. É importante lembrar aos atores para se vestirem enquanto a equipe se prepara para começar a filmagem de uma cena. Portanto, entregue as roupas ou as fantasias a eles assim que os ensaios terminarem.

Filme as cenas do filme. Tenha o storyboard em mãos para saber as cenas que serão filmadas. Contudo, lembre-se de que não é necessário filmá-las na ordem em que estão no roteiro ou no storyboard. Comece pelas mais fáceis, se preferir. Procure sincronizar a agenda dos atores com a agenda dos locais de filmagem. Para economizar tempo e viagens, quando estiver em uma locação, esforce-se para gravar o máximo de cenas possíveis que se passarão lá.

  • As cenas podem ser colocadas na ordem correta durante a pós-produção.

Concentre-se no visual. Devido ao fato de ser um curta-metragem, a narração nem sempre será tão importante quanto o visual do filme. Escolha cenários visualmente impressionantes e garanta que poderá contar com uma boa iluminação no momento da filmagem. Além disso, faça o possível para que o enquadramento e o foco sejam perfeitos.

Agradeça a toda a equipe pelo trabalho. Quando terminar de filmar todas as cenas descritas no storyboard, os vídeos seguirão para a pós-produção. Agradeça aos atores e à equipe de filmagem pelo trabalho e diga que todos serão comunicados quando o filme estiver pronto.

Parte4

Editando o filme

Passe todas as cenas para um programa de edição de vídeo. Alguns exemplos de editor são: Sony Vegas, Avid, Final Cut Pro e Windows Movie Maker. No computador, separe as cenas em pastas distintas para facilitar o acesso depois. A organização é um dos segredos para um bom trabalho. Depois que todas as cenas forem transferidas e organizadas com sucesso, comece o trabalho de edição.

Junte as cenas. Coloque-as em ordem cronológica, de acordo com o roteiro, e fique atento para possíveis erros de continuidade e fluidez. Enquanto faz essa primeira montagem do filme, veja se a história está fazendo sentido.

Inclua o áudio. Comece pelas vozes dos personagens. Vá em seguida para a sonoplastia e, depois, para a trilha sonora. Sincronize o áudio perfeitamente com o vídeo.

Analise e dê mais consistência às cenas. Assim que renderizar a primeira versão do filme, sente-se e faça uma revisão dele junto com os produtores e demais editores. Ouça as críticas e sugestões e volte para a mesa de edição para implementá-las. Durante a segunda edição, concentre-se na fluidez e no ritmo do filme.

  • Inclua efeitos de transição de cenas, como fade e flash, por exemplo.
  • Caso perceba que uma cena esteja parada demais, dê mais energia embutindo mais cortes a ela – entre as falas dos personagens de um diálogo, por exemplo.

Faça uma última revisão no filme e crie a versão final. Depois de ter deixado o filme mais redondo, junte-se aos produtores, editores e diretores para fazer uma última revisão. Escute as últimas considerações com respeito a qualquer erro de edição e detalhes que tenham de ser adicionados ou alterados. Depois que todos os envolvidos aprovarem a versão final do filme, ele estará pronto para a exibição pública.

Materiais Necessários

  • Câmera;
  • Microfones;
  • Iluminação;
  • Atores;
  • Programa de edição de vídeo.

 

FILME: VIAGEM A LUA – 1902
out 9th, 2018 by Sardinha

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