SIDEBAR
»
S
I
D
E
B
A
R
«
REGRAS 2019
fev 5th, 2019 by Sardinha

REGRAS PARA 2019 – ARTES

  1. Corriqueiras:

1- A ausência do aluno deverá ser justificada através de Atestado Médico ou Justificativa Pessoal do Responsável diretamente com o Professor ou Orientador Educacional no primeiro dia de aula subsequente a ausência;

2- Somente será permitido a entrada do aluno em sala de aula até 10 minutos após o sinal , salvo se o aluno apresentar justificativa;

3- É determinantemente proibido o uso de celular e aparelhos semelhantes em sala de aula, sob pena do aparelho ser recolhido e entregue a autoridade escolar;

4- Será permitido o aluno ir ao banheiro somente em caso extremo de necessidades;

5- Os trabalhos aplicados somente serão aceitos na data pré-determinada pelo professor. Caso, na data de entrega, o aluno não cumprir seu compromisso, somente será aceito mediante justificativa ( Atestado médico ou presença do Responsável pelo aluno);

6- A pontuação do caderno será aplicada em dia não divulgado pelo professor. Portanto, o caderno deverá acompanhar o aluno em TODAS as aulas;

7- A recuperação será PARALELA, ou seja, para cada instrumento aplicado, uma recuperação será aplicada. Não haverá recuperação no final do bimestre. Os textos no caderno para pontuação não terão recuperação;

8- Os alunos serão fotografados para questão de identificação pessoal, sendo o professor responsável em NÃO vincular as imagens na mídia sem autorização do aluno;

9- Os trabalhos confeccionados serão fotografados ou filmados para eventual pontuação e avaliação.

  1. TRABALHOS PRÁTICOS:

10- As pesquisas serão confeccionadas em meio digital, sendo utilizados os programas PowerPoint e Word;

11- Os trabalhos deverão ser enviados por e-mail  do aluno para o e-mail do professor. O prazo para o envio do trabalho será até 00:00 h do dia estipulado. O não cumprimento do prazo, ou seja, o envio do trabalho após o prazo estipulado, será considerado tarefa não cumprida pelo aluno, culminando na perda dos referidos pontos do instrumento em questão;

12- Os trabalhos poderão ser enviados por qualquer dispositivo eletrônico (computador, tablet, celular e TV) que esteja ligado a internet. Caso o aluno não possua nenhum dispositivo mencionado acima, solicitar a um colega, parente  ou buscar uma Lanhouse para efetuar o envio;

  1. FORMAS DE AVALIAÇÃO:

13 – O aluno será avaliado por meio de instrumentos diferentes entre si. Para cada instrumento, uma pontuação. Por bimestre, serão aplicados de 4 a 5 instrumentos, sendo divididos da seguinte forma:

.Instrumento 1 – Textos

.Instrumento 2 – Pesquisa

. Instrumento 3 – Prático

. Instrumento 4 – Avaliação escrita

. Instrumento 5 – Avaliação Atitudinal

Cada instrumento terá uma pontuação, que somados chegarão aos 100 pontos bimestrais. A pontuação de cada instrumento poderá variar bimestralmente, dependendo do andamento do conteúdo. Cada instrumento terá sua respectiva recuperação, com exceção do instrumento 1 (Textos) e 5(Atitudinal);

14- A avaliação atitudinal será dividida em três itens: Assiduidade (frequência). O aluno terá direito a 25% de faltas dentro do bimestre. Acima deste percentual, neste item, ficará sem a pontuação do item avaliado;

Responsabilidade/comprometimento: refere-se a efetiva entrega dos trabalhos e realização das avaliações bimestrais. A não entrega de algum trabalho ou a ausência em alguma avaliação bimestral, o aluno ficará sem a pontuação do item avaliado;

Comportamento: refere-se as atitudes e convivência dos alunos dentro de sala de aula. Caso o aluno apresente atitude comportamental fora dos limites estabelecidos em sala de aula, o aluno ficará sem a pontuação referente ao item avaliado.

15- A avaliação escrita possui o caráter acumulativo de conteúdo, ou seja, ao longo do ano, a matéria irá acumulando, culminando em avaliações com o conteúdo acumulado. Logo, no segundo bimestre, a avaliação terá conteúdo do primeiro e segundo e assim sucessivamente.

  1. FECHAMENTO BIMESTRAL:

16- O fechamento bimestral será apresentado em projeção no quadro a partir de uma planilha contendo todos os instrumentos listados com as respectivas notas de cada aluno. Após análise do fechamento bimestral, será executado o plano de ação para o bimestre seguinte, observando rendimento, porcentagens, pontos positivos e negativos. Tudo feito em conjunto com os alunos.

OBS: site para consultar: arteberg.com.br

e-mail p/trabalhos: berg.sardinha@bol.com.br

Máscaras Africanas
out 25th, 2018 by Sardinha

ORIGEM DAS MÁSCARAS

As máscaras têm origem na pintura corporal de rituais primitivos, sendo seu uso adotado desde os tempos pré-históricos. Usá-la pode significar deixar de lado uma personalidade cotidiana para assumir as qualidades do ser que ela representa. Essa intenção explica o mais antigo registro de sua existência, encontrado na caverna de Lascaux, na França, em desenhos feitos nas paredes mostrando homens mascarados com cabeças de animais, os quais acreditavam adquirir as forças da caça.
Mais tarde, na China, as máscaras eram confeccionadas para afastar os maus espíritos. Muitos sacerdotes de civilizações primitivas, como os pajés entre os indígenas, usavam máscaras para incorporar entidades que eles acreditavam curar os enfermos.
Os romanos ignoravam as máscaras, usavam pintura no rosto. Na Idade Média, as máscaras apareciam discretamente. Já no Renascimento, as máscaras apareciam com muito brilho, muita pompa. Os personagens mais conhecidos eram o Pierrô, a Colombina, a Pulcinella e o Arlequim, que inspiraram o Carnaval, uma das maiores festas brasileiras.
As máscaras são evocadas para reviver tradições, raízes históricas etc. É um recurso de memória que incita a fantasia. O teatro também as adota, com variadas finalidades.

As máscaras africanas

As “máscaras” são as formas mais conhecidas da plástica africana. Constituem síntese de elementos simbólicos mais variados se convertendo em expressões da vontade criadora do africano.
Foram os objetos que mais impressionaram os povos europeus desde as primeiras exposições em museus do Velho Mundo, através de milhares de peças saqueadas do patrimônio cultural da África, embora sem reconhecimento de seu significado simbólico.

Arte Africana
out 25th, 2018 by Sardinha

Introdução 

A arte africana é um conjunto de manifestações artísticas produzidas pelos povos da África subsaariana ao longo da história.

História e características da arte africana 

O continente africano acolhe uma grande variedade de culturas, caracterizadas cada uma delas por um idioma próprio, tradições e formas artísticas características. O deserto do Saara atuou e continua atuando como uma barreira natural entre o norte da África e o resto do continente. Os registros históricos e artísticos demonstram indícios que confirmam uma série de influências entre as duas zonas. Estas trocas culturais foram facilitadas pelas rotas de comércio que atravessam a África desde a antiguidade.

Podemos identificar atualmente, na região sul do Saara, características da arte islâmica, assim como formas arquitetônicas de influência norte-africana. Pesquisas arqueológicas demonstram uma forte influência cultural e artística do Egito Antigo nas civilizações africanas do sul do Saara.

A arte africana é um reflexo fiel das ricas histórias, mitos, crenças e filosofia dos habitantes deste enorme continente. A riqueza desta arte tem fornecido matéria-prima e inspiração para vários movimentos artísticos contemporâneos da América e da Europa. Artistas do século XX admiraram a importância da abstração e do naturalismo na arte africana.

A história da arte africana remonta o período pré-histórico. As formas artísticas mais antigas são as pinturas e gravações em pedra de Tassili e Ennedi, na região do Saara (6000 AC ao século I da nossa era).

Outros exemplos da arte primitiva africana são as esculturas modeladas em argila dos artistas da cultura Nok (norte da Nigéria), feitas entre 500 AC e 200 DC. Destacam-se também os trabalhos decorativos de bronze de Igbo-Ukwu (séculos IX e X) e as magníficas esculturas em bronze e terracota de Ifé (do século XII al XV). Estas últimas mostram a habilidade técnica e estão representadas de forma tão naturalista que, até pouco tempo atrás, acreditava-se ter inspirações na arte da Grécia Antiga.

Os povos africanos faziam seus objetos de arte utilizando diversos elementos da natureza. Faziam esculturas de marfim, máscaras entalhadas em madeira e ornamentos em ouro e bronze. Os temas retratados nas obras de arte remetem ao cotidiano, a religião e aos aspectos naturais da região. Desta forma, esculpiam e pintavam mitos, animais da floresta, cenas das tradições, personagens do cotidiano etc.

Chegada ao Brasil 

A arte africana chegou ao Brasil através dos escravos, que foram trazidos para cá pelos portugueses durante os períodos colonial e imperial. Em muitos casos, os elementos artísticos africanos fundiram-se com os indígenas e portugueses, para gerar novos componentes artísticos de uma magnífica arte afro-brasileira.

Contato com os Maias, Incas e Astecas
out 16th, 2018 by Sardinha

O contato entre brancos e índios na América

Logo de início, os índios receberam cor­dialmente os europeus em geral.

Entretanto, a cobiça dos brancos por ouro, prata e artigos exóticos logo mudaria essa relação pacífica, promovendo um violen­to etnocídio das populações nativas. Além da destruição física propriamente dita, os nativos americanos tiveram sua cultura, seus usos e seus costumes destruídos pelos europeus, que, em nome da “civilização” e da “religião”, lhes impuseram novos idiomas e uma nova fé.


O contato com os astecas

Uma antiga profecia asteca afirmava que um dia o deus Quetzalcoatl, a serpente emplumada, que era retratado como um homem de pele clara e de barba, viria, em pessoa, pelo mar.

Quando os espanhóis chegaram saindo das águas, com vestimentas brilhantes (armaduras), de pele e olhos claros e barbudos, os astecas creditaram que a profecia estava se concretizando.

Para agradar a esse deus, o imperador Montezuma II o recebeu com presentes e festas, mas o espanhol Fernão Cortez, impressionado com a grandiosidade dos templos e com a cidade, tratou logo de conquistar aquela região cujo povo conhecia e dominava a arte da fundição aurífera.

O povo já ouvira falar que aqueles “deuses” possuíam “raios que matavam” (arcabuzes) e ficaram aterrorizados com a visão daqueles homens brilhantes montados em “monstros que soltavam fumaça pelo nariz” (cavalos, animais desconhecidos até então).

Numa demonstração de força e ousadia, Cortez exigiu vinte bravos guerreiros astecas. Ao ter o pedido atendido, Cortez decepou as mãos daqueles valentes guerreiros na frente do imperador Montezuma.

Em seguida, os espanhóis iniciaram a destruição da cidade e Montezuma, um so­berano prisioneiro, pregara uma política de conciliação com os invasores. O povo asteca reagiu à invasão como pôde e, num desses confrontos, Montezuma foi morto.

Seu sucessor, Cuauhtémoc, enfrentou os espanhóis, que haviam conseguido apoio de tribos rivais, e foi derrotado em 13 de agosto de 1521. Ao se tornar prisioneiro dos espa­nhóis, foi barbaramente torturado durante três anos, até que Cortez resolveu enforcá-lo.

Com apenas 11 navios, 500 soldados, 16 cavalos e 10 canhões, Fernão Cortez conquistou o Império Asteca, que, na época, possuía cerca de 15 milhões de habitantes.

Para realizar tal proeza, os espanhóis con­taram com cavalos e canhões, que os nativos não conheciam, com as disputas internas e as revoltas de outros povos dominados pelos aste­cas, mas que não aceitavam essa subordinação.


O contato com os maias

Após a conquista do México, Fernão Cor­tez enviou Pedro Alvarado para a região de Yucatán, em 1523.

Os maias que os espanhóis encontraram nem de longe lembravam a civilização cujas ruínas encantaram e encantam estudiosos e turistas.

Aterrorizados pelas armas de fogo e pelo cavalo, os descendentes maias sucumbiram ao poder espanhol. Além da belicosidade es­panhola, os nativos foram derrubados por epidemias desconhecidas por eles, como a va­ríola.

Mesmo conquistados e aviltados, os des­cendentes maias preservaram variações da língua maia, especialmente na península de Yucatán e na Guatemala. Ninguém sabe por que os maias abandonaram suas cidades e ninguém consegue explicar também como eles conseguiram resistir até hoje, mantendo tradições milenares.


O contato com os incas

Em 1531, Francisco Pizarro partiu para o Peru para anexar o Império Incaico à Espa­nha. Contava com cerca de 180 homens, 37 cavalos e algumas armas de fogo.

O chefe supremo inca – Sapa-Inca – de­tinha os poderes militar, religioso e político, mas a sua sucessão não era muito bem esta­belecida e a disputa pelo poder desencade­ava lutas sangrentas entre os candidatos ao título.

À época da chegada dos espanhóis, o Império Inca estava sendo disputado entre os irmãos Atahualpa e Huáscar. Atahualpa tornou-se o Sapa-Inca após derrotar o ir­mão.

Quando Pizarro chegou aos altiplanos an­dinos, encontrou-se com Atahualpa na cidade de Cajamarca e lá o inca foi feito prisioneiro dos espanhóis.

Pizarro exigiu um fabuloso resgate pela vida do imperador, assim como Cortez havia feito com a prisão de Montezuma, no México, em que ele recebeu 800 kg de ouro asteca.

Os homens de Pizarro exigiram como res­gate uma sala de ouro e prata. A sala possuía 6,70 m de comprimento, 5,20 m de largura e 2,70 m de altura. No total, os espanhóis rece­beram mais de 5 toneladas de ouro! Mesmo assim, a vida de Atahualpa não foi poupada.

A prisão e morte do imperador inca der­rubou qualquer resistência aos espanhóis, de imediato. Os nativos abandonaram as cidades e os povoados e iniciaram a reação ao domí­nio espanhol.

O último imperador andino foi Tupac Amaru, que efetivou a última grande revol­ta contra o domínio espanhol. Executado em 1572, seu nome tornou-se símbolo da luta pela liberdade. No século XVIII, seu descen­dente João Gabriel Tupac Amaru liderou uma rebelião indígena contra os espanhóis. Após violentos enfrentamentos, Tupac Amaru foi preso, torturado e morto em Cuzco, em 1781. O nome Tupac Amaru foi proibido em público e o uso de ornamentos da nobreza inca tam­bém foi proibido.

A conquista da América Andina contou com a violência bélica (cavalo, espadas e canhões), com a violência cultural (imposi­ção dos valores europeus sobre os nativos) e ainda com o imaginário popular (os incas, ao verem os espanhóis brancos, barbudos e de armaduras, acreditaram que era o deus Viracocha, o filho do Sol). Além disso, os es­panhóis conseguiram a adesão da classe do­minante. O povo agora trabalharia não para o rei, mas para a Espanha.

Arte Pré-Colombiana – Arte Maia, Inca e Asteca
out 15th, 2018 by Sardinha

Arte Pré-colombiana

Arte Pré-colombiana foi o período anterior a chegada de Colombo ao Novo Mundo, se desenvolveu na América antes da vinda dos conquistadores espanhóis. Trata-se de manifestações culturais de civilizações que se localizaram no México, na América Central e no norte da América do Sul, principalmente no Peru. Quando os espanhóis chegaram a América encontraram civilizações bem organizadas que possuíam preciosos tesouros.

A arte tinha importância vital para a sociedade tribal. Atribuíam-se poderes mágicos a objetos como máscaras e cachimbos, achando assim que acalmariam a natureza, ajudando na sobrevivência da tribo.

Muito de sua arte era inspirada por visões.  O xamã sacerdotes e curandeiro,  reproduzia objetos que os deuses lhe revelavam enquanto estava em transe. Esses objetos tinham uma simbologia para cada ritual, como cerimônias de iniciação, enterros e festivais. Os povos tribais caprichavam muito em seus trabalhos,   pois tinham o costume de dar presentes, e quanto mais belo e precioso maior era o prestígio de quem o dava.

A Arte pré-colombiana se estende das montanhas do Peru às planícies do meio – oeste dos Estados Unidos e a Alasca. Os aspectos mais sobressalentes do desenvolvimento artístico pré-colombina se encontram na arquitetura, na escultura , nas pinturas murais e as artes decorativas como a cerâmica e os tecidos.

Dos povos pré-colombianos, três desenvolveram importantes civilizações:

  Na América Central:

  • MAIAS:

  Os Maias habitaram nas florestas tropicais, atualmente localizadas nas regiões da Guatemala, Honduras e Península de Yucatán  (México). A sociedade maia tinha uma organização bastante diferente dos demais impérios consolidados ao longo do continente americano. Organizando-se de forma descentralizada, dividiam o poder político entre diversas cidades-estados. Em cada uma delas, um chefe, chamado de halach vinic, governava a região em nome de uma divindade específica. Seu poder era repassado hereditariamente e os principias cargos administrativos eram por ele delegados.  A religião deste povo era politeísta, pois acreditavam em vários deuses ligados à natureza. Os maias ergueram pirâmides, templos e palácios, demonstrando um grande avanço na arquitetura. A arquitetura maia era totalmente devotada ao culto. As cidades eram centros religiosos. Os templos eram de forma retangular e construídos sobre pirâmides truncadas, acessíveis por escadas laterais. Os maias tinham como característica de arquitetura construir casas amplas e arejadas. A parte de fora das construções como palácios e pirâmides apresentam esculturas em suas decorações. A arte maia tinha suma importância na preservação das tradições religiosas. Os murais e as esculturas relatavam a grandeza das dinastias que controlavam uma determinada cidade-estado. Trabalhavam com pedras, matérias em madeira e cerâmica para construírem estátuas e figuras em baixo relevo que adornavam os templos e demais construções urbanas.

  • ASTECAS:

  Os Astecas ocuparam o Sul do México e parte da América Central. Falavam o Nahuatle. Foram uma das maiores civilizações que o mundo conheceu. A sociedade era hierarquizada e comandada por um imperador, chefe do exército. A nobreza era também formada por sacerdotes e chefes militares. Os camponeses, artesãos e trabalhadores urbanos compunham grande parte da população. Esta camada mais baixa da sociedade era obrigada a exercer um trabalho compulsório para o imperador, quando este os convocava para trabalhos em obras públicas (canais de irrigação, estradas, templos, pirâmides). Na arquitetura, construíram enormes pirâmides utilizadas para cultos religiosos e sacrifícios humanos. Estes, eram realizados em datas específicas em homenagem aos deuses. A religião era politeísta, pois cultuavam diversos deuses da natureza (deus Sol, Lua, Trovão, Chuva) e uma deusa representada por uma Serpente Emplumada. A escrita era representada por desenhos e símbolos. O povo Asteca foi um povo bom em esculturas, pois as faziam de todos os tamanhos em que ficavam com temas religiosos ou da natureza. Captavam a essência do que queriam representar e logo realizavam as suas obras com todo o detalhe. Nas esculturas maiores geralmente representam deuses e reis. As menores as utilizavam para representações de animais e objetos comuns. Os Astecas utilizaram a pedra e a madeira e as vezes decoravam as esculturas com pintura de cores ou incrustações de pedras preciosas.  A pintura no povo Asteca aparece ligada à Arquitetura. A cor tem um papel fundamental. Trata-se de uma cor simples, sem sombras e, possivelmente, com conotações simbólicas. Outro traço característico da arte Asteca é os adornos feitos com penas, que tiveram grande importância na América Central. As penas mais apreciadas eram as de quetzal (verdes), as de tlauquecholli (vermelhas) e as do xiuhtototl (azul turquesa). Com estas penas faziam tapetes e decoravam mantos, máscaras de rituais, escudos e trajes de guerreiros.

  Na América do Sul:

  • INCAS:

  Os Incas habitaram a América do Sul (Peru e Equador). A sociedade inca era dividida em três grupos, que se organizavam hierarquicamente formando uma pirâmide: na base ficavam os yanaconas, que eram escravos selecionados para proteger seus senhores; na parte do meio da pirâmide ficavam os nobres que eram membros da família do Inca ou descendentes dos chefes de clãs; e os sacerdotes, denominados de “Grande Inca”, ficavam no topo da pirâmide e realizavam culto ao Sol. Eles eram responsáveis pelos cultos religiosos e pela educação dos jovens. Homens casavam aos vinte anos e mulheres aos dezesseis. Eles mesmos escolhiam com quem casar e ao realizarem a cerimônia recebiam terras para morar. Aos 10 anos as mulheres passavam por uma seleção. As mais inteligentes e bonitas, sendo da etnia dos Incas, eram escolhidas e mandadas para Cuzco. Lá eram educadas por mulheres mais velhas. Algumas se tornavam esposas do imperador ou de quem ele indicasse, outras permaneciam virgens para participar do culto solar. Estas se empregavam em fiar e tecer. A religião era politeísta, constituída de forças do bem e do mal. O bem era representado por tudo àquilo que era importante para o homem como a chuva e a luz do Sol, e o mal, por forças negativas, como a seca e a guerra. Eram extremamente religiosos e viam o Sol e a Lua como entidades divinas às quais suplicavam suas bênçãos, fosse para melhores colheitas, fosse para o êxito em combates com grupos rivais. Desenvolveram várias construções, com enormes blocos de pedras encaixadas, como de templos, casas e palácios. Eles jamais construíram pirâmides, as encontradas em seu habitat são anteriores a essas civilizações. Os palácios e casas dos nobres em geral tinham uma planta quadrada e as construções religiosas eram circulares. As casas do povo e os depósitos de alimentos eram simples, feitos em pedras colossais, já os templos, palácios e edifícios do governo, tinham paredes de pedras geométricas regulares, polidas e encaixadas umas na outras sem argamassa. A maneira de trabalhar a pedra, tanto na escultura quanto na arquitetura, era sua forma de expressão artística. Seus templos, palácios e fortalezas mostram técnicas fabulosas de trabalho em pedra talhada. Em alguns edifícios, usaram blocos retangulares de pedras talhadas dispostos em fileiras. Eles eram especialistas em cortar pedras. Construíram muitas estradas, cidades, armazéns, fortalezas,  templos e santuários.  Os incas produziam artefatos destinados ao uso diário ornados com imagens e detalhes de deuses. Era comum na cultura inca o uso de formas geométricas abstratas e representação de animais altamente estilizados no feitio de cerâmicas, esculturas de madeira, tecidos e objetos de metal. Eles produziam belos objetos de ouro e as mulheres produziam tecidos finos com desenhos surpreendentes.

Fime 1492 – A conquista do Paraíso
out 15th, 2018 by Sardinha

SIDEBAR
»
S
I
D
E
B
A
R
«
»  Substance: WordPress   »  Style: Ahren Ahimsa