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Arte Romana
out 18th, 2018 by Sardinha

A ARTE ROMANA

– Civilização caracterizada pelo senso de realismo e utilitarismo, a arte romana deriva, de um lado, dos etruscos, do outro lado, da Grécia;

– Da influência etrusca os romanos herdaram a abóbada;

– Da Grécia, as estátuas decoraram os palácios dos  grandes romanos;

– A arte romana característica inicia-se nos primeiros tempos da República, com a expulsão de Tarquinio, o Soberbo, em 509 a,C.

Arquitetura:

– Princípios estéticos:

– superposição de ordens; dórica no andar inferior, jônica no centro e coríntia no superior, formando a chamada ordem compósita;

– busca do útil imediato;

– grandeza material, realçando a idéia de força;

– energia e sentimento de durabilidade;

– predomínio do caráter sobre a beleza;

– visão do colossal e do excessivo, inclusive na decoração.

– As construções eram de quatro espécies, de acordo com as funções:

Religião: Templos

Comércio e civismo: Basílicas

Higiene: Termas

Divertimento: Circo, Teatro, Anfiteatro

Monumentos Decorativos: Arco triunfo, Coluna Triunfal

Escultura:

– Mais realista que idealista, a estatuária romana teve seu maior êxito na retratística;

– As figuras são assinaladas pela veracidade individual;

– Estátuas mitológicas – Zeus, Hera, Hermes

– Estátuas alegóricas

– Baixos-relevos históricos

– Monumentos funerários

Pintura:

– Retratística e a decorativa;

– Temática – cenas eróticas, cenas de magia e cenas semelhantes às do estilo francês do século XVIII;

– Arte vivaz, ligeira, preferindo o gracioso ao austero;

– perspectiva convencional;

Arte Grega
out 18th, 2018 by Sardinha

A ARTE GREGA    

DADOS HISTÓRICOS

– Período pré-grego ou pré-helênico de III milênio a,C. até cerca 700 a,C..

– Subsequentes da evolução artística grega recebem nome de período Arcaico e Clássico.

– Resultado fusão entre essa arte e a do Império macedônio de Alexandre Magno: o período helenístico.

– Região de Peloponeso, extremo sul da Grécia, que penetra no mar Mediterrâneo, chegaram invasões sucessivas do norte: aqueus, nos séc. XX a XV a,C.; dórios, no séc. XII a,C.; eólios e jônicos, nos séc. XII e XI a,C..

– Chegam a estas  costas elementos do Oriente e do Egito, alguns através da ilha Creta, com arte minóica, trazendo formas diferenciadas.

– A arquitetura do antigo Oriente, especialmente Mesopotâmia, inspirou a construção de amplos palácios;

– Aqueus invadem Peloponeso, subjugam Tirinto e Micenas, principais centros da cultura da região e conquistam Creta, funcionando como receptáculo das duas culturas e fonte originária de uma terceira cultura cretomicênica ou micênica.

– Com a invasão dos dórios, a civilização micênica entra em colapso, servindo de base à nova cultura que vai sendo aos poucos elaborada, ganhando simplicidade e funcionalidade dos dórios, e recebendo o naturalismo e o decorativismo dos jônicos.

– Essa mistura será responsável pela cultura grega propriamente dita.

PERÍODO ARCAICO:

– Organização social e política, baseada nos genos ( grupos familiares ), evolui para o sistema das cidades-estados.

– Séc. VIII a,C., passaram a oligarquias ( governo de poucas pessoas de uma só classe, no  caso a aristocracia ), transformando a economia agrária em comercial através das colônias gregas estabelecidas em todo mar Mediterrâneo.

– A vida urbana sobrepuja a vida rural, e a aristocracia passa a gastar suas rendas na cidade. Nasce poderosa camada de comerciantes.

–  Com as transformações econômicas e sociais, nasce o espírito de competição e a concepção individualista que irão formar toda a cultura grega.

Enquanto a arte egípcia é uma arte ligada ao espírito, a arte grega liga-se a inteligência.

– No domínio da arte, o lógico (predomínio da inteligência) supera o psicológico (predomínio do espírito), valorizando o valor estético.

A arte volta-se para o gozo da vida presente. Contemplando a natureza, o artista se empolga pela vida e tenta, através da arte, exprimir suas manifestações.

– Na sua constante busca da perfeição, o artista grego cria uma arte de elaboração intelectual em que predominam o ritmo, o equilíbrio, a harmonia ideal.

ARQUITETURA

– Predomínio da horizontal sobre a vertical;

– Planta retangular;

– Colunatas rodeando os edifícios;

– Frontão triangular.

Ordem dórica

 Nascida do sentir do povo grego, nela se expressa o pensamento;

– Severa e funcional, impondo uma coluna sem base, e o mais simples dos capitéis, com base lisa, quadrada;

-Apresenta o fuste assentado diretamente sobre o embasamento de patamares ímpares, sulcado geralmente por vinte caneluras de arestas vivas

– Idéia de solidez e imponência.

– Traduz a forma do homem.

       Ordem jônica

 – Exprime o sentir.

– Não assenta diretamente sobre patamares, mas sobre plintos.

– O fuste possui 24 caneluras em que as junturas dos canais não são arestas vivas.

– O capitel é ricamente ornado, tendo como importante elemento a forma de espiral, mais conhecida como voluta jônica.

– Mais luxuosa e refinada.

– Traduz a forma da mulher.

       Ordem coríntia

– A base da coluna é constituída de um grosso e um pequeno toro.

– O fuste tem caneluras semelhantes às da ordem jônica.

– O capitel é formado de volutas externas e internas, com três fiadas de folhas de acanto.

– Faustosa e decorativa.

– Sugere luxo e ostentação.

Principais monumentos da arquitetura grega:

  1. Templos, dos quais o mais importante é o Partenon de Atenas, consagrado a Atenéia Pártenos e construindo sobre a acrópole. Foi queimado em 480 a,C. pelos persas. Reconstruído de 447 a 432 a,C. por Ictino e Calicrates, sob a direção de Fídias. Sua primeira construção data da época de Sólon.
  2. Teatro, que se compunham de três partes: a skene ou cena, para os atores; a konistra ou orquestra, para o coro; o koilon ou arquibancada, para os espectadores.
  3. Ginásios, edifícios destinados à cultura física. Os jogos, muito apreciados entre os gregos, eram: ginástica – cinco jogos – corrida a pé, salto, luta, disco, dardo; agonística – três jogos – luta, corrida de carros, corrida de cavalos; atlética – dois jogos – luta e pugilato.

Na Grécia se desenvolviam os seguintes jogos:

  1. Jogos píticos – na Fócida, Delfos, em honra de Apolo Pítico. Ao vencedor era dada uma coroa de louro.
  2. Jogos nemésicos – na Argólida, em honra de Nêmesis, deusa que media a fortuna e a desgraça dos mortais.
  3. Jogos ístmicos – em Corinto, em honra de Poseidon.
  4. Jogos gerais – jogos olímpicos, na Élida, em honra de Zeus, celebrados de quatro em quatro anos, constituindo a Olimpíada. O herói recebia uma coroa de oliveira selvagem.
  5. Pórticos, dos quais o mais importante foi o de Delfos. Eram uma espécie de clube aberto, que acolhia viajantes. Nos pórticos, os jovens se reuniam em liberdade de determinados preconceitos.

ESCULTURA

– Esquece certo geometrismo do período anterior.

– Atenua excessivo frontalismo.

– Procura o naturalismo na representação do corpo humano.

– Acentuado antropomorfismo – esculturas de formas humanas.

PINTURA

– Vasos de cerâmica, que guardavam – além de  vinho,  azeite,  mel ou perfume – a arte dos

pintores consagrados.

– Afrescos de mosaicos romanos, que muitas vezes copiam literalmente os gregos.

– Utilização de gregas, espirais e rosáceas – cenas mitológicas e históricas de figuras cuidadosamente dispostas e equilibradas em volume e cor.

PERÍODO CLÁSSICO:

 – Das cidades-estados, Esparta e Atenas eram as mais importantes. Enquanto a primeira continuava governada por uma casta militar, a segunda evoluiu para uma democracia, que atinge seu mais alto grau de perfeição no século V a,C., o chamado “século de Péricles”(495-429 a,C.).

– O desenvolvimento democrático faz surgir um comportamento com sentimento de excelência, de busca de perfeição, sem cair na uniformidade ou monotonia.

– Preocupação de medida e ordem é tão forte quanto o apego à natureza.

– A realidade é o tema: a procissão que se alonga no friso do Partenon é a mesma que, todos os anos, leva a população à Acrópole.

– O assunto é religioso e místico, mas bem real.

– A coexistência entre o divino e o terreno será procurada por todos os artistas.

ESCULTURA

– Técnica antefrontal: flexão da espinha, equilíbrio das quatro partes, equilíbrio elástico;

– Movimento transitório, em três tempos;

– Expressão do gesto corporal , desembaraçados, sendo copiados de criaturas vivas;

– O torso da estátua , girando sobre a bacia, dá idéia de movimento;

– Uma perna sustenta o corpo enquanto a outra estira no chamado contraposte;

 PERÍODO HELENÍSTICO :

– O centro da evolução artística grega se desloca para o Oriente, durante os três séculos que se seguiram à conquista da Grécia por Felipe II, rei da Macedônia em 338 a,C..

– A Grécia passa a fazer parte do império Macedônico, depois ampliado com a conquista da Pérsia e todo o Oriente por Alexandre Magno, filho de Felipe II.

– Do amálgama das culturas grega e oriental, formou-se pouco a pouco a cultura helenística, cujos focos principais foram Alexandria, no Egito: Pérgamo, na Ásia Menor; Antioquia e Seleucia, na Síria.

– o novo Estado despreza os anseios de isolamento, a pureza étnica e tradição cultural para se apoiar nas estruturas sociais diversas, de cada região.

– O racionalismo é valorizado.

– Surge uma tendência à erudição levando a arte a seguir padrões que incluem ao mesmo tempo mais racionalismo e mais sentimentalismo, gregos na forma, porém mais abertos à influência das civilizações asiáticas.

– Desenvolve-se o planejamento urbanístico.

ARQUITETURA:

– Os elementos básicos da arquitetura se conservam, enquanto é adotado o arcobotante oriental: um pílar terminado em meio arco, para apoiar.

ESCULTURA:

– Apresenta um realismo que conhece tanto o dramático como o lírico, às vezes exibindo-se em efeitos teatrais.

PINTURA:

– Continua realista.

– Muitas cenas cobrem as colunas, por meio de diversas técnicas: a eucásutica – dissolução das tintas em uma cera quente que lhes dá brilho semelhante ao do verniz – a  têmpera – dissolução das tintas em adesivo, cola ou caseína do ovo, para que possam aderir melhor às superfícieis – a pintura sobre mármore, placas de cerâmica ou vasos.

– Surge a pintura de cavalete.

REGRAS PARA 2018
fev 18th, 2018 by Sardinha

REGRAS PARA 2018 – ARTES
A) Corriqueiras:
1- A ausência do aluno deverá ser justificada através de Atestado Médico ou Justificativa Pessoal do Responsável diretamente com o Professor ou Orientador Educacional no primeiro dia de aula subsequente a ausência;
2- Somente será permitido a entrada do aluno em sala de aula até 10 minutos após o sinal , salvo se o aluno apresentar justificativa;
3- É determinantemente proibido o uso de celular e aparelhos semelhantes em sala de aula, sob pena do aparelho ser recolhido e entregue a autoridade escolar;
4- Será permitido o aluno ir ao banheiro somente em caso extremo de necessidades;
5- Os trabalhos aplicados somente serão aceitos na data pré-determinada pelo professor. Caso, na data de entrega, o aluno não cumprir seu compromisso, somente será aceito mediante justificativa ( Atestado médico ou presença do Responsável pelo aluno);
6- A pontuação do caderno será aplicada em dia não divulgado pelo professor. Portanto, o caderno deverá acompanhar o aluno em TODAS as aulas;
7- A recuperação será PARALELA, ou seja, para cada instrumento aplicado, uma recuperação será aplicada. Não haverá recuperação no final do bimestre. Os textos no caderno para pontuação não terão recuperação;
8- Os alunos serão fotografados para questão de identificação pessoal, sendo o professor responsável em NÃO vincular as imagens na mídia sem autorização do aluno;+
9- Os trabalhos confeccionados serão fotografados ou filmados para eventual pontuação e avaliação.
B) TRABALHOS PRÁTICOS:
10- As pesquisas serão confeccionadas em meio digital, sendo utilizados os programas PowerPoint e Word;
11- Os trabalhos deverão ser enviados por e-mail do aluno para o e-mail do professor. O prazo para o envio do trabalho será até 00:00 h do dia estipulado. O não cumprimento do prazo, ou seja, o envio do trabalho após o prazo estipulado, será considerado tarefa não cumprida pelo aluno, culminando na perda dos referidos pontos do instrumento em questão;
12- Os trabalhos poderão ser enviados por qualquer dispositivo eletrônico ( computador, tablet, celular e TV ) que esteja ligado a internet. Caso o aluno não possua nenhum dispositivo mencionado acima, solicitar a um colega, parente ou buscar uma Lanhouse para efetuar o envio;
C) FORMAS DE AVALIAÇÃO:
13 – O aluno será avaliado por meio de instrumentos diferentes entre si. Para cada instrumento, uma pontuação. Por bimestre, serão aplicados de 4 a 5 instrumentos, sendo divididos da seguinte forma:
.Instrumento 1 – Textos
.Instrumento 2 – Pesquisa
. Instrumento 3 – Prático
. Instrumento 4 – Avaliação escrita
. Instrumento 5 – Avaliação Atitudinal
Cada instrumento terá uma pontuação, que somados chegarão aos 100 pontos bimestrais. A pontuação de cada instrumento poderá variar bimestralmente, dependendo do andamento do conteúdo. Cada instrumento terá sua respectiva recuperação, com exceção do instrumento 1(Textos) e 5(Atitudinal);
14- A avaliação atitudinal será dividida em três itens: Assiduidade (frequência). O aluno terá direito a 25% de faltas dentro do bimestre. Acima deste percentual, neste item, ficará sem a pontuação do item avaliado;
Responsabilidade/comprometimento: refere-se a efetiva entrega dos trabalhos e realização das avaliações bimestrais. A não entrega de algum trabalho ou a ausência em alguma avaliação bimestral, o aluno ficará sem a pontuação do item avaliado;
Comportamento: refere-se as atitudes e convivência dos alunos dentro de sala de aula. Caso o aluno apresente atitude comportamental fora dos limites estabelecidos em sala de aula, o aluno ficará sem a pontuação referente ao item avaliado.
15- A avaliação escrita possui o caráter acumulativo de conteúdo, ou seja, ao longo do ano, a matéria irá acumulando, culminando em avaliações com o conteúdo acumulado. Logo, no segundo bimestre, a avaliação terá conteúdo do primeiro e segundo e assim sucessivamente.
D) FECHAMENTO BIMESTRAL:
16- O fechamento bimestral será apresentado em projeção no quadro à partir de uma planilha contendo todos os instrumentos listados com as respectivas notas de cada aluno. Após análise do fechamento bimestral, será executado o plano de ação para o bimestre seguinte, observando rendimento, porcentagens, pontos positivos e negativos. Tudo feito em conjunto com os alunos.

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