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RECUPERAÇÃO CERI – 2004
dez 4th, 2018 by Sardinha

AVALIAÇÃO DIA 07/12/18

ALUNOS:  01- 04- 06- 08- 11- 14- 16- 22- 27- 28- 33-34

Notas da Feira Cultural – Turma 2002
nov 30th, 2018 by Sardinha

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FEIRA
Alunos NOTAS
1 2,5
2 2,0
3 2,6
4
5 2,6
6 2,5
7 2,4
8 2,8
9 2,0
10 2,8
11 2,8
12 2,0
13
14 2,5
15 2,4
16 2,0
17 2,5
18 2,8
19 2,6
20 2,5
21 2,4
22 2,0
23 2,4
24 2,6
25 2,0
26 2,4
27 2,6
28 2,8
29 2,4
30 2,4
31 2,4
32 2,8
33 2,4
34 2,5
35
RECUPERAÇÃO CERI
nov 30th, 2018 by Sardinha

AVALIAÇÃO – 2001-2002-2003-2006 – 06/12

2004 – 07/12

2001- 04 – 05- 06- 07- 11- 12- 15- 18- 19- 20- 21- 24- 26- 27- 29- 30- 32- 34- 35

2002- 02- 04- 05- 06- 09- 13- 14- 16- 18- 21- 22- 23- 24- 30- 31- 32- 33- 34

2003- 01- 03- 05- 07- 09- 11- 12- 13- 14- 16- 20- 21- 25- 27- 28- 32- 36

2004- Será postado na segunda pois não recebi as avaliações até o momento

2006 – 06- 07- 11- 12- 13- 14- 16- 17- 27- 29- 35- 36

Máscaras Africanas
out 25th, 2018 by Sardinha

ORIGEM DAS MÁSCARAS

As máscaras têm origem na pintura corporal de rituais primitivos, sendo seu uso adotado desde os tempos pré-históricos. Usá-la pode significar deixar de lado uma personalidade cotidiana para assumir as qualidades do ser que ela representa. Essa intenção explica o mais antigo registro de sua existência, encontrado na caverna de Lascaux, na França, em desenhos feitos nas paredes mostrando homens mascarados com cabeças de animais, os quais acreditavam adquirir as forças da caça.
Mais tarde, na China, as máscaras eram confeccionadas para afastar os maus espíritos. Muitos sacerdotes de civilizações primitivas, como os pajés entre os indígenas, usavam máscaras para incorporar entidades que eles acreditavam curar os enfermos.
Os romanos ignoravam as máscaras, usavam pintura no rosto. Na Idade Média, as máscaras apareciam discretamente. Já no Renascimento, as máscaras apareciam com muito brilho, muita pompa. Os personagens mais conhecidos eram o Pierrô, a Colombina, a Pulcinella e o Arlequim, que inspiraram o Carnaval, uma das maiores festas brasileiras.
As máscaras são evocadas para reviver tradições, raízes históricas etc. É um recurso de memória que incita a fantasia. O teatro também as adota, com variadas finalidades.

As máscaras africanas

As “máscaras” são as formas mais conhecidas da plástica africana. Constituem síntese de elementos simbólicos mais variados se convertendo em expressões da vontade criadora do africano.
Foram os objetos que mais impressionaram os povos europeus desde as primeiras exposições em museus do Velho Mundo, através de milhares de peças saqueadas do patrimônio cultural da África, embora sem reconhecimento de seu significado simbólico.

Arte Africana
out 25th, 2018 by Sardinha

Introdução 

A arte africana é um conjunto de manifestações artísticas produzidas pelos povos da África subsaariana ao longo da história.

História e características da arte africana 

O continente africano acolhe uma grande variedade de culturas, caracterizadas cada uma delas por um idioma próprio, tradições e formas artísticas características. O deserto do Saara atuou e continua atuando como uma barreira natural entre o norte da África e o resto do continente. Os registros históricos e artísticos demonstram indícios que confirmam uma série de influências entre as duas zonas. Estas trocas culturais foram facilitadas pelas rotas de comércio que atravessam a África desde a antiguidade.

Podemos identificar atualmente, na região sul do Saara, características da arte islâmica, assim como formas arquitetônicas de influência norte-africana. Pesquisas arqueológicas demonstram uma forte influência cultural e artística do Egito Antigo nas civilizações africanas do sul do Saara.

A arte africana é um reflexo fiel das ricas histórias, mitos, crenças e filosofia dos habitantes deste enorme continente. A riqueza desta arte tem fornecido matéria-prima e inspiração para vários movimentos artísticos contemporâneos da América e da Europa. Artistas do século XX admiraram a importância da abstração e do naturalismo na arte africana.

A história da arte africana remonta o período pré-histórico. As formas artísticas mais antigas são as pinturas e gravações em pedra de Tassili e Ennedi, na região do Saara (6000 AC ao século I da nossa era).

Outros exemplos da arte primitiva africana são as esculturas modeladas em argila dos artistas da cultura Nok (norte da Nigéria), feitas entre 500 AC e 200 DC. Destacam-se também os trabalhos decorativos de bronze de Igbo-Ukwu (séculos IX e X) e as magníficas esculturas em bronze e terracota de Ifé (do século XII al XV). Estas últimas mostram a habilidade técnica e estão representadas de forma tão naturalista que, até pouco tempo atrás, acreditava-se ter inspirações na arte da Grécia Antiga.

Os povos africanos faziam seus objetos de arte utilizando diversos elementos da natureza. Faziam esculturas de marfim, máscaras entalhadas em madeira e ornamentos em ouro e bronze. Os temas retratados nas obras de arte remetem ao cotidiano, a religião e aos aspectos naturais da região. Desta forma, esculpiam e pintavam mitos, animais da floresta, cenas das tradições, personagens do cotidiano etc.

Chegada ao Brasil 

A arte africana chegou ao Brasil através dos escravos, que foram trazidos para cá pelos portugueses durante os períodos colonial e imperial. Em muitos casos, os elementos artísticos africanos fundiram-se com os indígenas e portugueses, para gerar novos componentes artísticos de uma magnífica arte afro-brasileira.

Arte Romana
out 18th, 2018 by Sardinha

A ARTE ROMANA

– Civilização caracterizada pelo senso de realismo e utilitarismo, a arte romana deriva, de um lado, dos etruscos, do outro lado, da Grécia;

– Da influência etrusca os romanos herdaram a abóbada;

– Da Grécia, as estátuas decoraram os palácios dos  grandes romanos;

– A arte romana característica inicia-se nos primeiros tempos da República, com a expulsão de Tarquinio, o Soberbo, em 509 a,C.

Arquitetura:

– Princípios estéticos:

– superposição de ordens; dórica no andar inferior, jônica no centro e coríntia no superior, formando a chamada ordem compósita;

– busca do útil imediato;

– grandeza material, realçando a idéia de força;

– energia e sentimento de durabilidade;

– predomínio do caráter sobre a beleza;

– visão do colossal e do excessivo, inclusive na decoração.

– As construções eram de quatro espécies, de acordo com as funções:

Religião: Templos

Comércio e civismo: Basílicas

Higiene: Termas

Divertimento: Circo, Teatro, Anfiteatro

Monumentos Decorativos: Arco triunfo, Coluna Triunfal

Escultura:

– Mais realista que idealista, a estatuária romana teve seu maior êxito na retratística;

– As figuras são assinaladas pela veracidade individual;

– Estátuas mitológicas – Zeus, Hera, Hermes

– Estátuas alegóricas

– Baixos-relevos históricos

– Monumentos funerários

Pintura:

– Retratística e a decorativa;

– Temática – cenas eróticas, cenas de magia e cenas semelhantes às do estilo francês do século XVIII;

– Arte vivaz, ligeira, preferindo o gracioso ao austero;

– perspectiva convencional;

Arte Grega
out 18th, 2018 by Sardinha

A ARTE GREGA    

DADOS HISTÓRICOS

– Período pré-grego ou pré-helênico de III milênio a,C. até cerca 700 a,C..

– Subsequentes da evolução artística grega recebem nome de período Arcaico e Clássico.

– Resultado fusão entre essa arte e a do Império macedônio de Alexandre Magno: o período helenístico.

– Região de Peloponeso, extremo sul da Grécia, que penetra no mar Mediterrâneo, chegaram invasões sucessivas do norte: aqueus, nos séc. XX a XV a,C.; dórios, no séc. XII a,C.; eólios e jônicos, nos séc. XII e XI a,C..

– Chegam a estas  costas elementos do Oriente e do Egito, alguns através da ilha Creta, com arte minóica, trazendo formas diferenciadas.

– A arquitetura do antigo Oriente, especialmente Mesopotâmia, inspirou a construção de amplos palácios;

– Aqueus invadem Peloponeso, subjugam Tirinto e Micenas, principais centros da cultura da região e conquistam Creta, funcionando como receptáculo das duas culturas e fonte originária de uma terceira cultura cretomicênica ou micênica.

– Com a invasão dos dórios, a civilização micênica entra em colapso, servindo de base à nova cultura que vai sendo aos poucos elaborada, ganhando simplicidade e funcionalidade dos dórios, e recebendo o naturalismo e o decorativismo dos jônicos.

– Essa mistura será responsável pela cultura grega propriamente dita.

PERÍODO ARCAICO:

– Organização social e política, baseada nos genos ( grupos familiares ), evolui para o sistema das cidades-estados.

– Séc. VIII a,C., passaram a oligarquias ( governo de poucas pessoas de uma só classe, no  caso a aristocracia ), transformando a economia agrária em comercial através das colônias gregas estabelecidas em todo mar Mediterrâneo.

– A vida urbana sobrepuja a vida rural, e a aristocracia passa a gastar suas rendas na cidade. Nasce poderosa camada de comerciantes.

–  Com as transformações econômicas e sociais, nasce o espírito de competição e a concepção individualista que irão formar toda a cultura grega.

Enquanto a arte egípcia é uma arte ligada ao espírito, a arte grega liga-se a inteligência.

– No domínio da arte, o lógico (predomínio da inteligência) supera o psicológico (predomínio do espírito), valorizando o valor estético.

A arte volta-se para o gozo da vida presente. Contemplando a natureza, o artista se empolga pela vida e tenta, através da arte, exprimir suas manifestações.

– Na sua constante busca da perfeição, o artista grego cria uma arte de elaboração intelectual em que predominam o ritmo, o equilíbrio, a harmonia ideal.

ARQUITETURA

– Predomínio da horizontal sobre a vertical;

– Planta retangular;

– Colunatas rodeando os edifícios;

– Frontão triangular.

Ordem dórica

 Nascida do sentir do povo grego, nela se expressa o pensamento;

– Severa e funcional, impondo uma coluna sem base, e o mais simples dos capitéis, com base lisa, quadrada;

-Apresenta o fuste assentado diretamente sobre o embasamento de patamares ímpares, sulcado geralmente por vinte caneluras de arestas vivas

– Idéia de solidez e imponência.

– Traduz a forma do homem.

       Ordem jônica

 – Exprime o sentir.

– Não assenta diretamente sobre patamares, mas sobre plintos.

– O fuste possui 24 caneluras em que as junturas dos canais não são arestas vivas.

– O capitel é ricamente ornado, tendo como importante elemento a forma de espiral, mais conhecida como voluta jônica.

– Mais luxuosa e refinada.

– Traduz a forma da mulher.

       Ordem coríntia

– A base da coluna é constituída de um grosso e um pequeno toro.

– O fuste tem caneluras semelhantes às da ordem jônica.

– O capitel é formado de volutas externas e internas, com três fiadas de folhas de acanto.

– Faustosa e decorativa.

– Sugere luxo e ostentação.

Principais monumentos da arquitetura grega:

  1. Templos, dos quais o mais importante é o Partenon de Atenas, consagrado a Atenéia Pártenos e construindo sobre a acrópole. Foi queimado em 480 a,C. pelos persas. Reconstruído de 447 a 432 a,C. por Ictino e Calicrates, sob a direção de Fídias. Sua primeira construção data da época de Sólon.
  2. Teatro, que se compunham de três partes: a skene ou cena, para os atores; a konistra ou orquestra, para o coro; o koilon ou arquibancada, para os espectadores.
  3. Ginásios, edifícios destinados à cultura física. Os jogos, muito apreciados entre os gregos, eram: ginástica – cinco jogos – corrida a pé, salto, luta, disco, dardo; agonística – três jogos – luta, corrida de carros, corrida de cavalos; atlética – dois jogos – luta e pugilato.

Na Grécia se desenvolviam os seguintes jogos:

  1. Jogos píticos – na Fócida, Delfos, em honra de Apolo Pítico. Ao vencedor era dada uma coroa de louro.
  2. Jogos nemésicos – na Argólida, em honra de Nêmesis, deusa que media a fortuna e a desgraça dos mortais.
  3. Jogos ístmicos – em Corinto, em honra de Poseidon.
  4. Jogos gerais – jogos olímpicos, na Élida, em honra de Zeus, celebrados de quatro em quatro anos, constituindo a Olimpíada. O herói recebia uma coroa de oliveira selvagem.
  5. Pórticos, dos quais o mais importante foi o de Delfos. Eram uma espécie de clube aberto, que acolhia viajantes. Nos pórticos, os jovens se reuniam em liberdade de determinados preconceitos.

ESCULTURA

– Esquece certo geometrismo do período anterior.

– Atenua excessivo frontalismo.

– Procura o naturalismo na representação do corpo humano.

– Acentuado antropomorfismo – esculturas de formas humanas.

PINTURA

– Vasos de cerâmica, que guardavam – além de  vinho,  azeite,  mel ou perfume – a arte dos

pintores consagrados.

– Afrescos de mosaicos romanos, que muitas vezes copiam literalmente os gregos.

– Utilização de gregas, espirais e rosáceas – cenas mitológicas e históricas de figuras cuidadosamente dispostas e equilibradas em volume e cor.

PERÍODO CLÁSSICO:

 – Das cidades-estados, Esparta e Atenas eram as mais importantes. Enquanto a primeira continuava governada por uma casta militar, a segunda evoluiu para uma democracia, que atinge seu mais alto grau de perfeição no século V a,C., o chamado “século de Péricles”(495-429 a,C.).

– O desenvolvimento democrático faz surgir um comportamento com sentimento de excelência, de busca de perfeição, sem cair na uniformidade ou monotonia.

– Preocupação de medida e ordem é tão forte quanto o apego à natureza.

– A realidade é o tema: a procissão que se alonga no friso do Partenon é a mesma que, todos os anos, leva a população à Acrópole.

– O assunto é religioso e místico, mas bem real.

– A coexistência entre o divino e o terreno será procurada por todos os artistas.

ESCULTURA

– Técnica antefrontal: flexão da espinha, equilíbrio das quatro partes, equilíbrio elástico;

– Movimento transitório, em três tempos;

– Expressão do gesto corporal , desembaraçados, sendo copiados de criaturas vivas;

– O torso da estátua , girando sobre a bacia, dá idéia de movimento;

– Uma perna sustenta o corpo enquanto a outra estira no chamado contraposte;

 PERÍODO HELENÍSTICO :

– O centro da evolução artística grega se desloca para o Oriente, durante os três séculos que se seguiram à conquista da Grécia por Felipe II, rei da Macedônia em 338 a,C..

– A Grécia passa a fazer parte do império Macedônico, depois ampliado com a conquista da Pérsia e todo o Oriente por Alexandre Magno, filho de Felipe II.

– Do amálgama das culturas grega e oriental, formou-se pouco a pouco a cultura helenística, cujos focos principais foram Alexandria, no Egito: Pérgamo, na Ásia Menor; Antioquia e Seleucia, na Síria.

– o novo Estado despreza os anseios de isolamento, a pureza étnica e tradição cultural para se apoiar nas estruturas sociais diversas, de cada região.

– O racionalismo é valorizado.

– Surge uma tendência à erudição levando a arte a seguir padrões que incluem ao mesmo tempo mais racionalismo e mais sentimentalismo, gregos na forma, porém mais abertos à influência das civilizações asiáticas.

– Desenvolve-se o planejamento urbanístico.

ARQUITETURA:

– Os elementos básicos da arquitetura se conservam, enquanto é adotado o arcobotante oriental: um pílar terminado em meio arco, para apoiar.

ESCULTURA:

– Apresenta um realismo que conhece tanto o dramático como o lírico, às vezes exibindo-se em efeitos teatrais.

PINTURA:

– Continua realista.

– Muitas cenas cobrem as colunas, por meio de diversas técnicas: a eucásutica – dissolução das tintas em uma cera quente que lhes dá brilho semelhante ao do verniz – a  têmpera – dissolução das tintas em adesivo, cola ou caseína do ovo, para que possam aderir melhor às superfícieis – a pintura sobre mármore, placas de cerâmica ou vasos.

– Surge a pintura de cavalete.

O Romantismo
out 18th, 2018 by Sardinha

O ROMANTISMO

     O Romantismo foi um movimento artístico e filosófico, de grande importância pelas mudanças que provocou no campo da criação. Pela primeira vez até então o artista não procurou representar os padrões de beleza consagrados, mas procurou antes de tudo exprimir os seus sentimentos. Buscou a liberdade individual. O romântico fugiu do contato com a realidade, deixando a visão subjetiva prevalecer. Considerou desumano o processo industrial, a preocupação com o lucro, a busca do máximo aproveitamento do tempo de trabalho e o acúmulo de capital. Para expressar sua desilusão se concentrou em temas de amores infelizes , cenas de loucuras, traições e tumultos passionais. Em outras ocasiões, na fuga da realidade, o artista optou por se concentrar nas representações da natureza, como sendo a salvação para o homem do período industrial, ou ainda por um apego a momentos passados, evocando o saudosismo de um momento não vivenciado. Este apego ao passado foi evidenciado nas soluções arquitetônicas do período, onde o período gótico foi visto como uma solução racional. Apareceu então o neogótico. As regras fixas e definidas deixaram de ser usadas, tanto na pintura como na escultura, mas foi na pintura que o movimento mostrou os seus grandes mestres: os franceses Gericault e Delacroix e os ingleses Constable e Turner e o espanhol Francisco de Goya.

Como resumo podemos definir o movimento apresentando  características  variadas : um acentuado subjetivismo , imaginação criadora , inspiração , volta ao passado ,valorização das coisas da terra ,  dos heróis, dos feitos , senso de mistério , valorização do sobrenatural . O Romantismo explode no primeiro quartel do século XlX .

O artista romântico cultua  a natureza , pois ela representa um motivo constante para as suas evasões , para suas meditações , um lugar de refrigério para a imaginação .

Na pintura , a liberdade de composição se revela na exuberância da cor , nos contrastes de luz e sombra , num retorno ao Barroco , nas pinceladas livres , irregulares .

Na arquitetura , revaloriza-se o gótico , o estilo considerado genuinamente europeu .

Na escultura , o dinamismo e o domínio da massa caracterizam o movimento , como se vê no francês Rude, autor de A  Marcelhesa   –  Grupo em alto – relevo no arco do Triunfo de Paris .

No folclore , o Romantismo descobre o rico e imenso  tesouro com que firma o nacionalismo .

A Fotografia
out 18th, 2018 by Sardinha

Fotografia

Fotografia é a técnica de criar imagens por exposição luminosa em uma superfície fotossensível.

A primeira fotografia reconhecida foi feita em 1826, pelo francês Joseph Nicéphore Niépce, no entanto o desenvolvimento da fotografia não pode ser atribuído apenas a uma pessoa. Diversas descobertas ao longo do tempo foram somadas para que fosse possível desenvolver a fotografia como é conhecida hoje. Químicos e físicos foram os pioneiros nesta arte, já que os processos da revelação da fixação da fotografia são essencialmente físico-químicos, numa associação de condições ambientais e de iluminação a produtos químicos.

Com o passar do tempo a essência da forma de fazer fotografia não mudou, no entanto, os avanços tecnológicos permitem cada vez mais melhorar a qualidade da fotografia, aumentar a resolução e a realidade das cores. A busca pela acessibilidade da fotografia também era grande preocupação logo em seu surgimento, a busca era intensa por materiais duráveis, eficazes e de baixo custo e pela aceleração no processo de revelação.

O desenvolvimento da fotografia colorida foi também um processo lento e que necessitou de muitos testes. O primeiro filme colorido foi produzido em 1907, mas ainda hoje a fotografia colorida não alcançou a definição da escala de tons que a sensibilidade do filme preto e branco possui.

Com o advento da fotografia digital, muitos paradigmas fotográficos foram alterados. Com aparelhos cada vez menores, mais simples de manipular e que produzem fotografias em alta qualidade, a internet facilitando o fluxo das imagens, a fotografia tornou-se algo muito mais simples e popular do que era.

A fotografia abrange várias áreas da vida e do cotidiano humanos, pois é o mecanismo que permite arquivar um momento. A fotografia, logo que surgiu, não era considerada arte, e atualmente ainda existe uma gama de opiniões adversas quanto a isso. Para alguns críticos, a fotografia não pode ser considerada arte por conta da facilidade que existe em produzi-la, em contrapartida, outros críticos acreditam que ela pode ser considerada como arte a partir do momento em que ela é uma interpretação da realidade, e não apenas uma cópia.

A fotografia contribui positivamente em muitas coisas, vários âmbitos profissionais a agregaram como meio de amplificar as possibilidades e produzir estudos detalhados e precisos. A fotografia é utilizada na medicina, no jornalismo – fotojornalismo – e na ciência, para o desenvolvimento de vários estudos.

Muitos cientistas pesquisaram sobre fotografia, a fim de melhorá-la e aperfeiçoá-la. Por conta disto, não se pode atribuir a apenas uma pessoa a criação ou o desenvolvimento da fotografia, o produto que temos hoje é uma soma de várias técnicas descobertas por algumas pessoas. Os principais nomes do início do desenvolvimento da fotografia foram: Joseph Nicéphore Niépce, Louis Jacques Mandé Daguerre, William Fox Talbot, Hércules Florence, Boris Kossoy e George Eastman.

                                      Revelação de Fotografias

revelação fotográfica é o processo químico que transforma a imagem latente registrada no filme fotográfico em imagem visível.

O processo da revelação de fotografias é dividido em cinco etapas, e é basicamente químico.

     A primeira etapa é a revelação. Neste estágio, é utilizado um produto químico denominado revelador, que por meio da reação de óxido-redução conclui a transformação dos haletos de prata, contidos no filme fotográfico, em prata metálica. Os reveladores são soluções alcalinas, geralmente à base de metol e hidroquinona.

     A segunda etapa é a interrupção. Neste estágio, é utilizado um produto químico que tem a capacidade de interromper a revelação da fotografia. Caso isso não seja feito, o revelador continua agindo até escurecer a fotografia por completo. Como as soluções reveladoras são alcalinas – básicas – são utilizadas soluções ácidas para interromper o processo. Os interruptores geralmente são compostos de ácido acético glacial – vinagre concentrado – ou ácido cítrico.

     A terceira etapa é a fixação. Neste estágio, são retirados da emulsão os cristais de  prata que não se transformaram em prata metálica na primeira etapa. Isto é necessário porque caso fiquem vestígios dos haletos de prata sobre a fotografia, estes resíduos com o tempo podem se decompor e manchá-la. A base do fixador é o tiossulfato de sódio, pois ele tem a capacidade de reagir com os cristais de prata e torná-los solúveis em água.

     A quarta etapa é a lavagem. A função da lavagem é de extrema importância para a obtenção de uma fotografia durável e de qualidade. É na lavagem que são retirados todos os resíduos químicos presentes na fotografia, e permanece apenas a imagem de prata metálica. A fotografia é lavada em água corrente, por alguns minutos, e o processo da retirada completa dos elementos reatores da fotografia se dá por difusão, em que os sais migram do meio saturado para o meio insaturado (água) em busca do equilíbrio químico. Existe também a utilização de sulfito de sódio para diminuir o tempo de lavagem e aumentar a eficácia da mesma.

     A quinta e última etapa é a secagem. As fotografias secam naturalmente, sem a utilização de tecidos ou papéis absorventes. Há também a utilização de estufas, mas a temperatura, neste caso, não pode ultrapassar os 40ºC.

Uma vez revelada, a fotografia não poderá mais ser apagada. No entanto, em processos de revelação precários, é possível que haja manchas e descoloramento no futuro, embora não a ponto de apagarem por completo a imagem.

O Realismo
out 18th, 2018 by Sardinha

O REALISMO

O movimento que dominou  a segunda metade do século XlX ,o Realismo coincide com o cientificismo , valorizando o objetivo , o sóbrio, o minucioso , expressão da realidade e dos aspectos descritivos .

Na arquitetura , os artistas se beneficiam do extraordinário avanço da técnica , e de materiais até então inexplorados , como o vidro  ,o ferro , o concreto armado .

Na Inglaterra se faz a primeira ponte de estrutura metálica , a ponte de ferro sobre o rio Severn, construída pelo inglês Wilkinsom, em 1755.

Em 1843, o francês Labrouste faz com ferro e aço a cobertura do salão da Biblioteca Santa Genoveva , em Paris .

Em 1851, em Londres , o Inglês Paxton faz o monumental “ Palácio de cristal “, em ferro e vidro .

Em 1889, Gustavo Eiffel levanta , em Paris , a famosa torre , hoje logotipo da “ cidade Luz”.

Em Chicago é construído o primeiro arranha – céu , pelo engenheiro Jenney , o “Home Insurance Building”.

Na escultura , o francês Rodin é o principal nome . Sua estátua de São João Batista demonstra o realismo e a técnica que levam o autor a ser considerado o iniciador da escultura moderna .

Na pintura, a “Escola de Bartizon “marca a passagem do Romantismo para o Realismo . Nela encontramos também os percursores do impressionismo e da arte moderna .

Pregava a valorização das possibilidades artísticas de representar a realidade. Neste movimento, os artistas optaram por representar as imagens do cotidiano de um modo real, aproveitando as sensações da luz e da cor. Os temas utilizados foram os populares, ligados à realidade visível e ao presente. Dentre os pintores realistas destacaram-se Corot, Courbet, Millet e Daumier.

Os arquitetos do período encaravam os novos materiais surgidos com a industrialização, como possibilidades de inovações na estrutura dos edifícios, mas eram incapazes de dar-lhes formas coerentes, o que resulta em composições de características ecléticas.

O século XIX foi marcado por descobrimentos técnicos e a industrialização exerceu influência em todos os campos. A arte se adaptou aos métodos de observação objetiva da ciência e tinha a ambição de resolver o problema social decorrente dos progressos mecânicos.

 

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